Educação executiva ganha espaço para suprir lacunas de qualificação nas empresas
AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO Conteúdo de responsabilidade da empresa 10 de agosto de 2026
Escassez de talentos e maior complexidade dos negócios levam empresas a investir em universidades corporativas e formação técnica própria
A dificuldade para encontrar profissionais qualificados tem levado empresas a assumir um papel cada vez mais ativo na formação de talentos. Segundo a Pesquisa de Escassez de Talentos 2025, do ManpowerGroup, 81% das empresas brasileiras relatam dificuldades para contratar profissionais preparados, um dos maiores índices da série histórica e acima da média global, de 74%. O desafio é ainda mais evidente em áreas como finanças, contabilidade, tributário e compliance, pressionadas pelas constantes mudanças regulatórias e pela crescente exigência por governança.
É nesse contexto que o Grupo BLB consolidou a BLB Escola de Negócios, criada em 2015 para atender à demanda do mercado por capacitação em contabilidade e auditoria diante da adoção das normas internacionais de contabilidade (IFRS). Desde então, ampliou sua atuação para áreas como finanças, governança, auditoria e tributário e já capacitou mais de 5 mil profissionais.
Além da atuação voltada ao mercado, os conteúdos da BLB Escola de Negócios também são utilizados internamente por meio da UBLB, universidade corporativa do Grupo BLB, responsável pela formação dos colaboradores. Entre 75% e 80% do quadro atual iniciou a carreira como trainee e foi desenvolvido dentro da empresa.
“O mercado mudou mais rápido do que a formação tradicional conseguiu acompanhar. A BLB Escola de Negócios nasceu justamente para aproximar teoria e prática e preparar profissionais para desafios que mudam constantemente. Hoje, a educação executiva faz parte da estratégia de crescimento das empresas”, afirma Rodrigo Barbeti.
Formação prática para um mercado em transformação
Atualmente, o projeto reúne 49 cursos, com cargas horárias entre quatro e 40 horas. Entre as formações mais recentes estão programas sobre reforma tributária, governança, fluxo de caixa, planejamento financeiro e compliance, desenvolvidos para atender às novas demandas regulatórias e de gestão das empresas.
Para Barbeti, a tendência é que iniciativas como a estás ganhem ainda mais relevância nos próximos anos. “Mais do que treinar equipes, a educação executiva passou a ser uma ferramenta para acelerar o desenvolvimento de lideranças, fortalecer a gestão e aumentar a competitividade das empresas”, afirma.