Como a mudança no comportamento do consumidor está transformando o mercado de emagrecimento
AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO Conteúdo de responsabilidade da empresa 27 de julho de 2026
Rede Emagrecentro aposta em tecnologia, teleatendimento e protocolos personalizados para qualificar a experiência dos pacientes
A popularização dos medicamentos para perda de peso transformou a forma como os brasileiros enxergam o emagrecimento. Se, por um lado, a ampla divulgação desses produtos nas redes sociais favoreceu a automedicação e o uso sem acompanhamento profissional, por outro aumentou o interesse por informação e orientação especializada antes do início do tratamento. Esse movimento aparece em um estudo da Ipsos (2026), que mostra que 55% das pessoas com obesidade consultaram um médico para tratar o peso no último ano, percentual superior à média global, de 35%. Além disso, 62% afirmaram ter buscado informações sobre emagrecimento na internet ou com amigos, o maior índice entre os 14 países avaliados pela pesquisa.
Esse contexto tem levado empresas do segmento a rever estratégias. Uma das maiores redes de emagrecimento saudável e estética do país, o Emagrecentro, reúne mais de 450 unidades em operação e projeta inaugurar outras 60 clínicas até o fim de 2026. Para acompanhar esse novo perfil de paciente, a empresa incorporou o teleatendimento, ampliou o acompanhamento e revisou seus protocolos de atendimento.
“Quando iniciamos nossas atividades, há 40 anos, a maioria dos pacientes buscava apenas perder peso rapidamente. Hoje, existe uma compreensão maior de que a obesidade é uma doença crônica e que o sucesso depende de estratégia, mudança de hábitos e acompanhamento contínuo. Essa evolução aumentou a adesão aos programas de longo prazo, que duram entre seis e doze meses, e exigiu uma reformulação da nossa forma de atender”, afirma o Dr. Edson Ramuth, fundador e CEO da rede Emagrecentro.
Tecnologia e personalização ganham espaço
A transformação acompanha uma tendência global. Segundo o Global Wellness Institute (2025), a economia do bem-estar movimentou US$ 6,8 trilhões em 2024 e deve alcançar US$ 9,8 trilhões até 2029, impulsionada pela busca pela preocupação com prevenção e qualidade de vida. Para o Dr. Ramuth, esse cenário elevou a competitividade e fez com que inovação e experiência deixassem de ser diferenciais para se tornarem requisitos do mercado.
“O paciente pesquisa, compara métodos, conhece as tecnologias disponíveis e chega muito mais preparado para decidir onde iniciar o tratamento. Isso obrigou as empresas a investir em inovação, protocolos individualizados, qualificação das equipes e monitoramento contínuo. Já não basta oferecer um procedimento; é preciso proporcionar confiança, resultados e acompanhamento” afirma.
Na avaliação do empresário, a evolução da medicina continuará remodelando o segmento nos próximos anos. “Novos medicamentos e tecnologias ampliam as possibilidades terapêuticas, mas não substituem a avaliação médica nem o acompanhamento individualizado. As empresas que conseguirem compreender as necessidades dos pacientes, incorporar essas inovações de forma responsável e oferecer uma experiência cada vez mais personalizada estarão mais preparadas para crescer e consolidar sua posição no mercado”, conclui.