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4 erros que podem desacelerar o metabolismo depois dos 35 anos
Por Magnific

4 erros que podem desacelerar o metabolismo depois dos 35 anos

AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO Conteúdo de responsabilidade da empresa 16 de junho de 2026

Especialista da Clínica Seven explica como sono, massa muscular, alimentação e estresse influenciam diretamente o metabolismo após os 35 anos, e o que ajuda a manter energia, disposição e equilíbrio corporal

Cansaço frequente, dificuldade para emagrecer, perda de massa muscular e a sensação de que o corpo já não responde como antes. Para muita gente, essas mudanças começam a aparecer depois dos 35 anos, e têm levado cada vez mais pessoas a buscar estratégias para recuperar energia, disposição e equilíbrio metabólico. Embora a idade tenha influência natural no organismo, especialistas da Clínica Seven, referência em nutrição e ciência do metabolismo, alertam que hábitos da rotina têm impacto direto nesse processo. Sono desregulado, excesso de estresse, alimentação desorganizada e sedentarismo estão entre os principais fatores que afetam o metabolismo nessa fase da vida.

O movimento acompanha uma mudança maior de comportamento. Segundo o relatório Future of Wellness 2025, da McKinsey & Company, 79% das pessoas consideram o bem-estar importante e 42% já o tratam como prioridade, impulsionando a procura por estratégias mais personalizadas de saúde. Na Clínica Seven cresce a busca por protocolos voltados à recomposição corporal, melhora da disposição e equilíbrio metabólico, especialmente entre pacientes acima dos 35 anos.

Para Thifany Riçato, líder técnica de nutrição da Clínica Seven, o metabolismo não desacelera de forma repentina, mas o corpo passa a sentir mais os impactos dos hábitos acumulados ao longo do tempo. “Depois dos 35, o organismo tende a responder de forma diferente ao excesso de estresse, noites mal dormidas, sedentarismo e alimentação desregulada. Isso influencia diretamente energia, composição corporal e recuperação metabólica”, explica.

O que muda depois dos 35, e o que ajuda o metabolismo:

• Preservar massa muscular faz diferença no metabolismo
A perda gradual de massa magra começa a impactar diretamente o gasto energético e a disposição no dia a dia. “Muitas pessoas focam apenas na balança, mas preservar o músculo é essencial para manter força, metabolismo ativo e qualidade de vida”, afirma Thifany. A recomendação é incluir treinos de força e garantir ingestão adequada de proteína.

• O sono começa a pesar mais no funcionamento do corpo
Dormir mal pode aumentar fome, compulsão alimentar e dificuldade de recuperação muscular. “Quando a pessoa passa dos 35 anos de idade, o corpo sente mais os impactos da privação de sono, principalmente em hormônios ligados à saciedade, ao estresse e até à retenção de líquidos”, explica a especialista.

• Dietas muito restritivas podem gerar efeito contrário
Segundo a líder técnica de nutrição da Clínica Seven, insistir em estratégias radicais é um dos erros mais comuns nessa fase. “Quanto mais restritiva é a alimentação, maior o risco de perda de massa muscular e efeito sanfona. O foco precisa ser equilíbrio e consistência”, afirma.

• Suplementação passa a ser aliada da saúde, e não só da estética
Com maior desgaste físico e mental, nutrientes como proteína, creatina, magnésio e antioxidantes ganham espaço na rotina de quem busca mais energia e recuperação metabólica. “A suplementação precisa ser individualizada e alinhada às necessidades de cada pessoa”, explica.

Para a especialista, o principal ponto após os 35 anos é adotar estratégias que acelerem os resultados sem comprometer a saúde metabólica. “Não é sobre sofrer com restrições extremas. É sobre utilizar um método inteligente, que gere resultados visíveis desde o início e seja possível manter no longo prazo”, conclui Thifany.

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