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AXIA Energia lança Caderno de Clima e Natureza e reforça estratégia ESG
Por Memória da Eletricidade

AXIA Energia lança Caderno de Clima e Natureza e reforça estratégia ESG

AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO Conteúdo de responsabilidade da empresa 3 de junho de 2026

Documento, alinhado à TNFD e à TCFD, consolida compromisso com Net Zero, biodiversidade e valor sustentável no longo prazo

Em homenagem ao dia Internacional da Biodiversidade, comemorado em maio, a AXIA Energia anunciou o lançamento do seu Caderno de Clima e Natureza, um avanço relevante em sua agenda ESG (do inglês, ambiental, social e governança) e na gestão integrada de clima, biodiversidade e sustentabilidade corporativa.

O documento está alinhado à TNFD (Taskforce on Nature-related Financial Disclosures ) e à TCFD ( Taskforce on Climate-related Financial Disclosures ), diretrizes globais de reporte de impactos e riscos ambientais, reforçando as melhores práticas de transparência e gestão de riscos climáticos e de natureza na companhia. Com essa abordagem, a companhia passa a estruturar de forma mais robusta a identificação de impactos, dependências, riscos e oportunidades relacionados ao clima e à natureza, fortalecendo sua governança socioambiental. O documento pode ser consultado na íntegra clicando aqui.

“O Caderno de Clima e Natureza reforça a integração entre estratégia de negócios e sustentabilidade na AXIA Energia. Ao alinhar nossas práticas às recomendações da TNFD e da TCFD, avançamos na gestão de riscos climáticos e de natureza e na geração de valor sustentável, contribuindo para uma economia de baixo carbono e positiva para a natureza. Nesse contexto, o direcionamento de investimentos em clima e natureza se consolida como um vetor estratégico para a geração de oportunidades, inovação e valor no longo prazo”, esclarece Moara Morasche, gerente de Clima e Natureza da AXIA Energia.

Ambição da AXIA Energia
Ambição da AXIA Energia

O caderno também reafirma o compromisso da AXIA com uma transição em natureza e de baixo carbono, visando atingir o Net Zero em 2030, a perda líquida zero em biodiversidade até 2040 e estar em uma rota positiva para a natureza até 2050.

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