Ácaros, suor e manchas invisíveis: o que se esconde no colchão que nunca foi lavado?
AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO Conteúdo de responsabilidade da empresa 12 de agosto de 2026
Especialista explica por que a higienização periódica vai além da limpeza superficial e pode contribuir para a saúde e a qualidade do sono
Passamos cerca de um terço da vida na cama, mas poucas pessoas incluem o colchão na rotina de limpeza da casa. Enquanto lençóis e fronhas costumam ser lavados com frequência, o colchão permanece por anos acumulando suor, células mortas da pele, poeira, umidade e microrganismos invisíveis a olho nu. O resultado é um ambiente propício para a proliferação de ácaros, fungos e bactérias, que podem comprometer não apenas a conservação do estofado, mas também a saúde de quem dorme sobre ele.
Segundo o Ministério da Saúde, a asma está entre as doenças respiratórias crônicas mais comuns do país e além de buscar tratamento, higienizar o colchão pode ser peça fundamental nesse processo. Fritz Paixão, CEO e fundador da CleanNew, rede de franquias especializada em higienização e blindagem de estofados, o principal problema é que muitas pessoas associam sujeira apenas ao que conseguem enxergar.
“O colchão pode parecer limpo por fora, mas esconde uma grande quantidade de resíduos orgânicos acumulados ao longo dos anos. Suor, oleosidade corporal, células mortas da pele e partículas de poeira se infiltram nas camadas do tecido e criam um ambiente ideal para a proliferação de ácaros e fungos. Como tudo isso acontece de forma invisível, muita gente só percebe a necessidade da limpeza quando surgem manchas, odores ou crises alérgicas”, explica.
De acordo com o especialista, um colchão sem manutenção também perde parte de sua vida útil. O acúmulo de resíduos acelera o desgaste das fibras, favorece o aparecimento de odores e dificulta a eliminação da umidade, principalmente em regiões com clima quente ou úmido.
“A higienização profissional não é apenas uma questão estética, até mesmo porque ele está sempre por baixo do lençol. Mas essa limpeza acaba sendo fundamental, pois remove sujeiras muitas vezes não vistas a olho nu, e ajuda a preservar as características do colchão por mais tempo. É um cuidado preventivo, assim como fazemos revisões periódicas em um carro ou manutenção em equipamentos da casa”, afirma.
Além da limpeza, Fritz destaca que alguns hábitos simples ajudam a reduzir o acúmulo de impurezas no dia a dia, como: Trocar e lavar roupas de cama semanalmente; Evitar deitar com roupas usadas durante o dia; Não consumir alimentos na cama; Manter o ambiente bem ventilado para reduzir a umidade; Utilizar protetores impermeáveis e laváveis para colchão.
Mas mesmo com esses cuidados, eles não substituem a higienização profunda: “os hábitos do dia a dia ajudam a preservar o colchão, mas não eliminam a sujeira acumulada em suas camadas internas. A limpeza profissional alcança áreas onde aspiradores domésticos e produtos convencionais não conseguem chegar. É esse processo que reduz significativamente a presença de ácaros, resíduos orgânicos e outros contaminantes invisíveis”, ressalta.
O especialista recomenda que a higienização seja realizada, em média, a cada seis meses, podendo ocorrer em intervalos menores quando há crianças pequenas, idosos, pessoas alérgicas ou animais de estimação na residência.
“Dormimos no mesmo colchão por anos e, muitas vezes, esquecemos que ele também precisa de manutenção. Cuidar desse ambiente é investir na qualidade do sono, na conservação do patrimônio e, principalmente, na saúde de toda a família”, conclui o CEO da CleanNew.