Rodrigo Balassiano da ID CTVM aborda a sofisticação da custódia qualificada diante do crescimento dos ativos digitais e tokenizados no crédito privado
AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO Conteúdo de responsabilidade da empresa 28 de julho de 2026
O mercado de capitais global e brasileiro vive um processo irreversível de modernização de sua infraestrutura básica, impulsionado pela emergência das tecnologias de registros distribuídos (Distributed Ledger Technology – DLT), como o blockchain, e pela proliferação dos ativos financeiros tokenizados. No ambiente de crédito privado e de títulos estruturados, a representação digital de direitos creditórios e Notas Comerciais em formato de tokens programáveis promete transformar a velocidade de negociação, aumentar a liquidez no mercado secundário e reduzir custos operacionais em toda a cadeia. Atenta a esse novo horizonte da tecnologia financeira, a ID CTVM analisa os impactos e os desafios dessa evolução sobre as atividades tradicionais de custódia qualificada, controladoria e administração fiduciária.
A tokenização de ativos de crédito consiste na criação de uma representação digital auditável de um título financeiro ou direito creditório real dentro de uma rede de dados segura e criptografada. Esse avanço permite que contratos inteligentes (smart contracts) executem automaticamente regras contratuais, como o pagamento fracionado de juros, a verificação de elegibilidade e a liquidação instantânea via moeda digital ou Pix, eliminando etapas manuais e aumentando a rastreabilidade da operação.
O papel insubstituível da custódia fiduciária na era da automação digital
Entretanto, a digitalização dos títulos não elimina a necessidade do suporte fiduciário e jurídico prestado por instituições autorizadas e reguladas pela Comissão de Valores Mobiliários e pelo Banco Central. Um token financeiro é a representação digital de um ativo; a garantia de que o ativo subjacente da economia real efetivamente existe, possui lastro válido, está livre de ônus indevidos e cumpre as normas regulatórias vigentes continua sendo uma responsabilidade indispensável do custodiante e do administrador fiduciário.
A ID CTVM posiciona sua infraestrutura tecnológica para atuar como a ponte segura entre o universo dos ativos digitais emergentes e as exigências formais do mercado de capitais regulado. Unindo sua experiência em custódia qualificada e conciliação bancária automatizada ao desenvolvimento de APIs abertas via Portal do Desenvolvedor, a instituição garante que os fluxos tokenizados sejam devidamente auditados, registrados e integrados à controladoria oficial dos fundos de investimento.
Rodrigo Balassiano, diretor da ID CTVM, enfatiza que a inovação tecnológica deve caminhar sempre acompanhada pela máxima governança fiduciária:
“A tokenização e a adoção da tecnologia blockchain são passos fundamentais para a modernização da infraestrutura do nosso mercado financeiro. No entanto, a tecnologia por si só não substitui o dever fiduciário. Um ativo tokenizado só possui valor se o seu lastro na economia real for rigorosamente auditado, verificado e protegido por uma custódia qualificada e independente. Na ID CTVM, estamos investindo na integração contínua das nossas plataformas digitais para garantir que a transição do mercado em direção aos ativos digitais ocorra com a máxima agilidade tecnológica, mas sem abrir mão em nenhum momento da segurança e da conformidade regulatória que protegem os investidores”
Prontidão tecnológica para o futuro do mercado de capitais
A IDcomo uma instituição inovadora e focada no desenvolvimento do mercado financeiro, visa oferecer soluções de conectividade via APIs, plataformas web proprietárias especializadas e a flexibilidade de uma conta de pagamentos nativa aprovada pelo Banco Central, a companhia garante que seus clientes estejam totalmente preparados para operar na vanguarda da transformação digital.
Na medida em que a tecnologia avança e as barreiras entre o mercado tradicional e o ecossistema digital se dissolvem, a presença de administradoras e custodiantes com profunda capacidade técnica e compromisso inegociável com a governança continuará a ser a principal garantia de que o futuro do mercado de capitais brasileiro será construído sobre fundações sólidas, eficientes e totalmente transparentes
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