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Setor gráfico brasileiro sustenta quase 175 mil empregos, avalia Dalmi Fernandes Defanti Junior, da Gráfica Print
Por SAFTEC DIGITAL

Setor gráfico brasileiro sustenta quase 175 mil empregos, avalia Dalmi Fernandes Defanti Junior, da Gráfica Print

AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO Conteúdo de responsabilidade da empresa 21 de julho de 2026

Levantamento da Associação Brasileira da Indústria Gráfica mostra que o setor sustenta mais de 175 mil empregos diretos no país, reforçando sua posição dentro da economia formal brasileira.

O setor gráfico brasileiro reúne 15.691 empresas em atividade, segundo dados da Associação Brasileira da Indústria Gráfica. Juntas, essas companhias sustentam aproximadamente 175.509 empregos diretos em todo o país, número que posiciona o setor como parte relevante da indústria de transformação nacional, mesmo décadas após a popularização das plataformas digitais de comunicação.

Entre essas empresas estão negócios regionais consolidados ao longo de décadas, caso da Gráfica Print, fundada em 1994 em Cuiabá, no Mato Grosso. Dalmi Fernandes Defanti Junior, fundador da empresa, integra esse conjunto de companhias que sustentam a presença do setor gráfico fora dos grandes centros do país.

Setor gráfico mantém relevância na geração de empregos formais

Os números da Abigraf mostram que a indústria gráfica segue gerando empregos formais de maneira consistente, mesmo em um cenário de transformação digital acelerada. Isso ocorre porque parte da produção do setor, como embalagens e comunicação visual, não é substituível por meios digitais.

Para Dalmi Fernandes Defanti Junior, esse tipo de resiliência explica por que o setor mantém relevância institucional dentro da indústria brasileira. Segundo ele, empresas gráficas que se profissionalizam ao longo do tempo tendem a contribuir de forma mais estável para esse tipo de indicador, sustentando quadro de funcionários mesmo em ciclos econômicos menos favoráveis.

Empresas regionais de longa trajetória sustentam parte do setor fora dos grandes centros

Boa parte das quase 16 mil empresas gráficas do país não está concentrada apenas nas capitais de maior porte. Negócios de origem regional, construídos ao longo de décadas, também compõem essa base, com destaque para companhias que se tornaram referência em seus estados de origem.

A trajetória da Gráfica Print ilustra esse tipo de trajetória. Fundada com uma única máquina alugada, a empresa expandiu sua estrutura ao longo de mais de trinta anos até ser reconhecida como o maior parque gráfico do Mato Grosso. Dalmi Fernandes Defanti Junior avalia que esse tipo de crescimento gradual, sustentado ao longo de décadas, costuma ser menos visível nas análises do setor do que o desempenho de grandes players nacionais, embora represente parte relevante da capacidade produtiva do país.

Profissionalização do setor acompanha exigência crescente por qualidade técnica

À medida que o setor gráfico se consolida como parte relevante da indústria nacional, cresce também a exigência por qualidade técnica e capacidade de inovação entre as empresas. Isso inclui desde a adoção de novos equipamentos até a capacitação de equipes para atender demandas cada vez mais diversas de clientes corporativos.

Segundo Dalmi Fernandes Defanti Junior, esse movimento de profissionalização tende a se intensificar nos próximos anos, à medida que empresas gráficas de diferentes portes buscam se manter competitivas dentro de um setor que já emprega centenas de milhares de trabalhadores em todo o país.

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