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Sustentabilidade redesenha o futuro dos cemitérios brasileiros, alude o empresário do setor cemiterial e funerário, Tiago Oliva Schietti
Por SAFTEC DIGITAL

Sustentabilidade redesenha o futuro dos cemitérios brasileiros, alude o empresário do setor cemiterial e funerário, Tiago Oliva Schietti

AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO Conteúdo de responsabilidade da empresa 24 de junho de 2026

Entre a escassez de espaço urbano e a pressão ambiental, cemitérios e crematórios buscam alternativas que unem inovação tecnológica e responsabilidade ecológica.

A pressão ambiental, que já reconfigurou setores como construção civil, energia e transporte, chegou também a um segmento menos discutido publicamente: o cemiterial. Com a expansão urbana e a escassez crescente de espaço físico nas grandes cidades, cemitérios brasileiros enfrentam um dilema que combina questões ambientais, logísticas e culturais, e que está impulsionando um movimento real de inovação no setor, indica Tiago Oliva Schietti.

O limite físico que acelera a inovação

Cemitérios tradicionais dependem de área disponível, recurso cada vez mais escasso e caro em regiões metropolitanas. Esse limite físico, combinado ao crescimento constante do número de óbitos no país, hoje próximo de 1,3 milhão por ano, segundo o IBGE, tem acelerado a busca por alternativas que ocupem menos espaço sem comprometer a dignidade do processo de despedida.

A cremação se consolidou como a resposta mais imediata a esse desafio. Além de evitar a necessidade de renovação periódica de jazigos, a prática reduz a pressão sobre a capacidade física dos cemitérios e tem crescido de forma consistente nos últimos anos, impulsionada também por fatores ambientais e financeiros, um cenário que tem levado empresários do setor cemiterial e funerário a revisar a forma como seus negócios planejam o uso do espaço físico disponível, explica Tiago Oliva Schietti.

Aquamação: a próxima fronteira ecológica

Entre as inovações que começam a ganhar atenção no mercado brasileiro está a aquamação, também chamada de cremação por hidrólise alcalina, um processo que reduz significativamente a emissão de gases na atmosfera em comparação à cremação tradicional. Embora ainda incipiente no Brasil, a tecnologia já é praticada em outros países e representa uma tendência observada de perto por empresas do setor que buscam se posicionar à frente da curva regulatória e ambiental, entre elas negócios conduzidos por empresários como Tiago Oliva Schietti.

Esse tipo de inovação integra um movimento mais amplo de adequação do setor às exigências ambientais que já se tornaram padrão em outras indústrias. A discussão sobre sustentabilidade no segmento cemiterial deixou de ser um diferencial isolado e passou a integrar o planejamento estratégico de empresas que pensam sua operação para as próximas décadas.

Tecnologia como aliada do espaço físico

Além das soluções ligadas diretamente ao processo de sepultamento, a tecnologia tem ajudado a otimizar o uso do espaço já existente. Geolocalizadores para localização de túmulos, já em uso em cidades como Hortolândia, Mogi Mirim, Rio Claro e Guarulhos, e sistemas de gestão de cemitérios baseados em mapeamento digital de lotes permitem um uso mais eficiente da área disponível, reduzindo desperdício e facilitando o planejamento de expansão, uma frente de modernização que acompanha o trabalho de empresários do setor cemiterial e funerário.

No fim, o empresário do setor cemiterial e funerário, Tiago Oliva Schietti, expressa que essas ferramentas também trazem ganhos para o visitante: localizar um túmulo específico em um cemitério de grande porte, historicamente um desafio logístico, passa a ser resolvido por aplicativos e totens digitais.

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