Gestão profissional ganha espaço no setor funerário: Tiago Schietti aponta transformações que estão remodelando o mercado
AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO Conteúdo de responsabilidade da empresa 19 de junho de 2026
Mudanças demográficas, aumento dos custos operacionais e novas exigências das famílias impulsionam a modernização da gestão funerária em diferentes regiões do país.
O setor funerário brasileiro vive um momento de transformação impulsionado por fatores que vão além da própria atividade. O crescimento das áreas urbanas, a necessidade de maior eficiência operacional e a mudança no perfil dos consumidores têm levado empresas e administradores cemiteriais a revisar processos e investir em modelos de gestão mais estruturados.
Historicamente associado a uma operação tradicional, o segmento passou a conviver com desafios semelhantes aos observados em outras áreas de serviços essenciais. Controle de custos, planejamento de longo prazo, organização operacional e utilização de tecnologia ganharam relevância em um ambiente que exige maior capacidade de adaptação às mudanças sociais e econômicas.
Ao acompanhar a evolução desse mercado, Tiago Schietti observa que a profissionalização da gestão vem se consolidando como um dos principais fatores para garantir sustentabilidade operacional e qualidade na prestação dos serviços.
Custos operacionais ampliam a necessidade de planejamento
A administração de cemitérios e operações funerárias envolve uma série de atividades que exigem organização permanente e visão de longo prazo. Manutenção de áreas, gestão de infraestrutura, atendimento às famílias, cumprimento de exigências regulatórias e preservação dos espaços representam desafios que impactam diretamente os custos operacionais das empresas e instituições responsáveis pelo setor.
Nos últimos anos, a pressão sobre esses custos aumentou em diferentes regiões do país, estimulando a busca por processos mais eficientes e modelos de gestão capazes de melhorar o aproveitamento dos recursos disponíveis. Segundo Tiago Oliva Schietti, a capacidade de planejamento tornou-se um diferencial importante para organizações que precisam equilibrar qualidade dos serviços e sustentabilidade operacional.
Crescimento urbano influencia a dinâmica dos cemitérios
As transformações observadas nas cidades também vêm impactando a forma como os espaços cemiteriais são administrados. Em grandes centros urbanos, a disponibilidade de áreas para expansão tornou-se mais limitada, exigindo planejamento mais detalhado sobre utilização dos espaços e gestão da infraestrutura existente. Ao mesmo tempo, o crescimento populacional amplia a necessidade de soluções capazes de atender à demanda futura sem comprometer a qualidade dos serviços prestados.
Esse cenário tem estimulado discussões sobre eficiência operacional e melhor utilização das estruturas disponíveis, temas que passaram a ocupar posição estratégica dentro do setor. Na avaliação de Tiago Schietti, a gestão dos espaços cemiteriais tende a ganhar importância crescente à medida que as cidades continuam se expandindo e enfrentando novos desafios urbanos.
Tecnologia contribui para modernizar operações
A digitalização também começa a influenciar diferentes etapas da atividade funerária. Ferramentas voltadas ao controle administrativo, organização de informações, gestão documental e acompanhamento operacional vêm sendo incorporadas gradualmente à rotina das empresas. Essas soluções ajudam a reduzir processos burocráticos, melhorar o fluxo de informações e aumentar a eficiência da gestão.
Além dos ganhos operacionais, a tecnologia permite oferecer serviços mais organizados e alinhados às expectativas de famílias que estão cada vez mais habituadas a experiências digitais em diferentes áreas do cotidiano. Para Tiago Oliva Schietti, a modernização tecnológica representa uma oportunidade para fortalecer a eficiência sem perder a atenção necessária aos aspectos humanos envolvidos na atividade.
Mudanças sociais criam novas demandas para o setor
As transformações demográficas observadas no Brasil também exercem influência sobre o mercado funerário. O envelhecimento da população, as mudanças na estrutura familiar e a crescente busca por serviços mais personalizados vêm alterando as expectativas relacionadas ao atendimento e à organização das operações. Como consequência, empresas do setor passaram a ampliar sua atenção para aspectos ligados à experiência das famílias e à qualidade dos serviços oferecidos.
Essa evolução acompanha uma tendência mais ampla de profissionalização observada em diferentes segmentos da economia, nos quais eficiência operacional e qualidade do atendimento passaram a caminhar lado a lado.
Mercado tende a ampliar investimentos em gestão e eficiência
As perspectivas para o setor funerário indicam uma continuidade do processo de modernização observado nos últimos anos. A necessidade de administrar custos, planejar a utilização da infraestrutura e atender novas demandas sociais deve estimular investimentos em tecnologia, organização administrativa e aprimoramento dos processos operacionais. Ao mesmo tempo, cresce a valorização de práticas de gestão capazes de aumentar a previsibilidade e fortalecer a sustentabilidade das operações.
Ao analisar as transformações que vêm impactando o mercado funerário, Tiago Schietti identifica um cenário em que gestão profissional e eficiência operacional tendem a exercer papel cada vez mais relevante. Para empresas e administradores do setor, a capacidade de adaptação às mudanças será um dos principais fatores para acompanhar a evolução desse mercado nos próximos anos.
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