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Eficiência 360º: rede de pizzarias transforma modelo de  dark kitchens  em um motor de rentabilidade e agilidade logística
Por Divulgação

Eficiência 360º: rede de pizzarias transforma modelo de dark kitchens em um motor de rentabilidade e agilidade logística

AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO Conteúdo de responsabilidade da empresa 15 de abril de 2026

Referência em food service, a Di Blasi Pizzas usa KPIs rigorosos e baixo custo para tornar o delivery um pilar essencial para as mais de 40 unidades em todo o país

O setor de alimentação passa por uma transformação silenciosa, porém bilionária: a prateleira física vem sendo substituída por centros de produção invisíveis e eficientes, as dark kitchens, cozinhas voltadas exclusivamente para entrega. De acordo com projeções da consultoria Coherent Market Insights, estes modelos de cozinhas devem movimentar US$ 157,2 bilhões até 2030.

Neste cenário de “prateleiras invisíveis”, a Di Blasi Pizzas, rede de pizzarias referência no mercado de delivery, que é conhecida como a “queridinha dos famosos”, emerge como um case de sucesso ao decodificar a jornada de compra moderna. Com uma operação 95% voltada ao delivery, a rede não apenas adotou o modelo de cozinhas exclusivas, mas o transformou em uma vantagem logística agressiva.

Ao reduzir os custos e a complexidade de fachadas e salões tradicionais, a marca foca seus recursos na agilidade, trabalhando com um olhar e eficiência de 360°. O resultado é uma combinação rara no mercado: a manutenção da qualidade artesanal do produto aliada a uma velocidade extrema, garantindo que a pizza chegue à mesa do consumidor em um tempo recorde de até 30 minutos. Para a rede, as cozinhas exclusivas para entrega não são apenas uma tendência de redução de custos, mas o motor estratégico que sustenta sua expansão e liderança no atendimento sob demanda.

O segredo da operação reside em indicadores de desempenho rigorosos de produção. Segundo Arnaldo Di Blasi, CEO e fundador da Di Blasi Pizzas, o tempo não é apenas uma métrica logística, mas um fator determinante para a qualidade gastronômica. “A pizza é um alimento vivo, que depende do tempo para manter suas propriedades sensoriais. Para que o cliente receba um produto fresco, quente e no ponto ideal, o tempo entre o forno e a entrega precisa ser mínimo. Por isso, nossa meta de 30 minutos é inegociável”, afirma.

A escolha pelo modelo de dark kitchens foi um movimento estratégico para atender à demanda premium e exigente por rapidez, mas também para otimizar o ecossistema de franchising da marca. O modelo oferece vantagens competitivas claras, tanto que o CEO compartilha que “o investimento reduzido em comparação a lojas tradicionais, a possibilidade de ter equipes mais enxutas e foco total na produção trazem retornos breves sobre o investimento (ROI)”, pontua.

Embora o DNA atual seja digital e focado no delivery, a rede mantém a flexibilidade como um pilar de crescimento. A Di Blasi Pizzas opera com quatro lojas próprias e possui unidades com atendimento presencial em praças estratégicas como Copacabana, Niterói (Pendotiba e Fonseca), Maricá, Duque de Caxias, todas no estado do Rio de Janeiro, além de João Pessoa (PB) e Florianópolis (SC) e a mais recente unidade inaugurada, em Águas Claras, no Distrito Federal.

A manutenção desses pontos físicos é uma resposta atenta às tendências das gerações Alfa e Beta, que, segundo a rede, começam a valorizar o resgate da experiência presencial. “O delivery é nosso braço principal, mas o consumo no local atua de forma complementar, permitindo que a marca se adapte às nuances de cada mercado e perfil de público”, finaliza.

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