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Humanização no atendimento funerário é fundamental, aponta Tiago Oliva Schietti
Por SAFTEC DIGITAL

Humanização no atendimento funerário é fundamental, aponta Tiago Oliva Schietti

AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO Conteúdo de responsabilidade da empresa 22 de janeiro de 2026

A humanização no atendimento funerário é essencial para acolher famílias com empatia, clareza e respeito, unindo técnica e ética para garantir despedidas mais dignas

Segundo Tiago Oliva Schietti, o atendimento funerário envolve um dos momentos mais sensíveis da vida humana: o luto. Por isso, a humanização no atendimento funerário tornou-se um tema central para o setor, refletindo a necessidade de unir técnica, ética e empatia em um serviço essencial. Mais do que procedimentos, o atendimento humanizado reconhece a dor das famílias e busca oferecer acolhimento, respeito e clareza.
Em um setor em processo de modernização, a humanização se consolida como um diferencial indispensável e um compromisso ético.

O que significa humanização no atendimento funerário?

Para Tiago Oliva Schietti, humanizar o atendimento funerário significa compreender que cada família vivencia o luto de maneira única. Trata-se de adotar uma postura empática, respeitosa e transparente, oferecendo suporte emocional sem abrir mão da eficiência e da organização dos serviços.
A humanização envolve comunicação clara, escuta ativa, respeito às crenças e cuidado com cada detalhe do atendimento, desde o primeiro contato até o encerramento dos serviços.

Por que a humanização é tão importante no setor funerário?

O impacto emocional do falecimento torna as famílias mais vulneráveis, o que aumenta a responsabilidade dos profissionais envolvidos, como elucida Tiago Oliva Schietti. Um atendimento frio ou impessoal pode agravar o sofrimento, enquanto uma abordagem humanizada contribui para um processo mais digno e respeitoso.
Além disso, a humanização fortalece a confiança, melhora a percepção dos serviços prestados e contribui para a imagem institucional das empresas e organizações funerárias.

Práticas que promovem um atendimento funerário mais humano

A humanização no setor funerário se traduz em ações concretas, que envolvem postura profissional, comunicação e organização, como observa Tiago Oliva Schietti. Entre as principais práticas, destacam-se:
– Escuta ativa e empatia no contato com as famílias
– Comunicação clara e transparente sobre procedimentos e custos
– Respeito às crenças culturais e religiosas
– Ambientes organizados, acolhedores e discretos
– Postura ética e sensível dos profissionais
– Flexibilidade para atender necessidades específicas
– Acompanhamento respeitoso durante todo o processo
Essas práticas contribuem para um atendimento mais digno e humano, mesmo em um momento de grande fragilidade.

O papel da capacitação na humanização do atendimento

Em sua experiência prática, Tiago Oliva Schietti afirma que a humanização não acontece de forma espontânea. Ela depende de capacitação adequada, que prepare os profissionais para lidar com o luto, a comunicação sensível e as emoções envolvidas no atendimento funerário.
Treinamentos voltados à ética, ao comportamento profissional e à inteligência emocional são fundamentais para garantir que a humanização esteja presente em todas as etapas do serviço.

Humanização e profissionalização caminham juntas

Com sua atuação no segmento, Tiago Oliva Schietti ressalta que a humanização não se opõe à profissionalização; pelo contrário, ela é parte essencial dela. Um atendimento humanizado exige organização, processos bem definidos e profissionais preparados.
Quando o setor investe em capacitação e gestão, cria condições para que a empatia seja exercida com equilíbrio, evitando improvisos e garantindo segurança às famílias.

Os impactos da humanização na percepção do setor funerário

A adoção de práticas humanizadas contribui para transformar a forma como o setor funerário é percebido pela sociedade. Empresas e instituições que priorizam o acolhimento e o respeito tendem a construir relações de confiança e credibilidade, assim como frisa Tiago Oliva Schietti.
Além disso, a humanização ajuda a reduzir conflitos, melhorar a comunicação e fortalecer a reputação institucional do setor.

Humanização como compromisso permanente

Conclui-se assim que a humanização no atendimento funerário é um compromisso permanente, que exige sensibilidade, preparo e responsabilidade. Trata-se de reconhecer o valor da vida, mesmo em seu encerramento, e oferecer serviços que respeitem a dor e a memória das pessoas.
Ao investir em atendimento humanizado, o setor funerário reafirma seu papel social, promovendo dignidade, ética e cuidado em um dos momentos mais delicados da experiência humana.

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