Marca sueca faz planos para abrir primeiras lojas no País em 2024; hoje produtos são encontrados em revendedores e também em marketplaces
21 de agosto de 2023
A marca sueca de produtos para atividades ao ar livre, Fjallraven, conhecida por sua icônica mochila Kanken com o símbolo de uma raposa, está ganhando popularidade entre os jovens “hipsters” ao redor do mundo, inclusive no Brasil. A marca está se preparando para expandir sua presença no país, abrindo suas primeiras lojas físicas. Apesar dos produtos apresentarem design minimalista, os preços podem ser consideravelmente altos, devido à qualidade e durabilidade dos materiais. A estratégia da marca é promover um consumo sustentável, enfatizando a longevidade dos produtos.
O sucesso da Fjallraven é atribuído a diversos fatores, incluindo sua conexão com questões ESG (ambientais, sociais e de governança), seu posicionamento como marca premium e um plano de marketing abrangente. Sua aceitação não está relacionada apenas ao poder aquisitivo, mas também à identificação com o estilo de vida ao ar livre e a aventura. Isso é evidente na Faria Lima, um centro financeiro em São Paulo, onde marcas como a Fjallraven, juntamente com outras como The North Face e Patagônia, têm se tornado parte do “dress code” dos executivos.
A Fjallraven está buscando crescer de forma significativa no Brasil, com previsão de aumento anual entre 10% e 20%. A estratégia envolve ampliar o portfólio de produtos disponíveis no e-commerce e estabelecer suas primeiras lojas físicas em São Paulo e no Rio de Janeiro em 2024. Atualmente, a maior parte do faturamento no mercado brasileiro provém do e-commerce da marca, embora também tenham cerca de 60 revendedores pelo país.
Essa expansão no Brasil reflete o potencial de crescimento do mercado de luxo e premium na América Latina, impulsionado principalmente pelo Brasil e México. A marca vê a região como uma oportunidade de crescimento contínuo, alinhado com a demanda crescente por produtos de qualidade e com preocupações sustentáveis.
A relação entre a Fjallraven e o Brasil teve início em 2017, quando a marca sueca começou a estudar a viabilidade do mercado brasileiro. Em 2019, pouco antes da pandemia, a empresa de fato entrou no mercado brasileiro. Inicialmente, suas vendas eram realizadas por meio de marketplaces como Iguatemi 365 e ShopTogether, mas logo após, a marca lançou seu próprio e-commerce. Embora tenha se destacado com a famosa mochila Kanken, a Fjallraven expandiu seu catálogo de produtos disponíveis no Brasil.
Segundo Fabricio Luzzi, o presidente da Core Company responsável pela operação da marca no Brasil, a ênfase da Fjallraven é fornecer uma ampla gama de produtos voltados para atividades ao ar livre, como trilhas, escalada, trekking, rapel e hiking. Como resultado, a marca expandiu sua linha de produtos no Brasil para incluir não apenas mochilas, mas também calças térmicas, blusas corta-vento, toucas e outros itens relacionados a esportes na natureza. O objetivo da marca é atender às necessidades dos entusiastas de atividades “outdoor” oferecendo produtos diversificados.
A história da Fjallraven remonta a 1960, na cidade sueca de Örnsköldsvik, onde a marca foi fundada com a intenção de criar roupas e equipamentos para atividades ao ar livre. Ao longo dos anos, a marca expandiu-se globalmente, focando particularmente em consumidores que viajam para destinos exóticos, onde as principais atividades são trilhas e escaladas. O objetivo da Fjallraven é inspirar seus clientes a explorar esses destinos naturais através de suas atividades esportivas.
O modelo icônico da marca, a mochila Kanken, surgiu em 1978 como uma solução para o uso escolar, visando auxiliar as crianças a transportar seu material sem prejudicar suas costas. Desde então, a Fjallraven se tornou uma marca reconhecida mundialmente, associada à qualidade e durabilidade de seus produtos voltados para o estilo de vida outdoor.
A marca sueca Fjallraven, cujo nome sueco “Fjällräven” é pronunciado “fyell reven” e significa “raposa ártica”, teve que ser adaptada para o público brasileiro. No Brasil, a empresa trabalhou na divulgação do nome original, mas pesquisas internas indicam que os consumidores frequentemente se referem à marca como “a mochila da raposinha”. Isso se deve à complexidade da pronúncia do nome original em sueco para falantes de português.
Matéria produzida pelo jornalismo do Estadão e otimizada por IA. Fonte: www.estadao.com.br
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