Alumínio do Pará ganha novos contornos na busca pela paz
9 de janeiro de 2026
O Banco da Paz foi apresentado durante a abertura da COP-30, em Belém, diante de autoridades brasileiras e convidados internacionais.
A peça, anunciada por Kjersti Fløgstad, diretora do Nobel Peace Center, agora passa a integrar o patrimônio simbólico da capital paraense, foi criada para inspirar diálogo em tempos de tensão global, crise ambiental e crescente polarização.
O que poucos sabem é que o objeto carrega em si uma jornada continental: a do alumínio produzido pela Hydro com minério do Pará. A bauxita de Paragominas seguiu para a Alunorte, em Barcarena, onde foi refinada e transformada em alumina, matéria-prima do alumínio da empresa.
De lá, cruzou o oceano rumo à Noruega, onde o material foi fundido e moldado em parceria com uma fabricante de mobiliário urbano e um escritório de arquitetura em uma peça que obriga duas pessoas sentadas nas extremidades opostas a se encontrar no centro. “Um convite físico ao diálogo.”
Anderson Baranov, CEO da Norsk Hydro Brasil, diz que a inauguração simbólica do material merece destaque. “O banco foi desenhado para unir pessoas. Em um mundo fragmentado, diálogo e ação são essenciais”, afirmou. Segundo Baranov, a peça instalada em Belém é um legado da COP-30 e ficará em definitivo na cidade.
O Banco da Paz, portanto, é um símbolo real deixado como legado pela COP-30: uma peça de arte pública criada a partir da riqueza mineral da Amazônia, transformada em objeto de cooperação internacional e devolvida a Belém do Pará como convite permanente ao diálogo.
A forma semicircular de seis metros do Banco da Paz é mais baixa no centro, de modo que quem se senta nas extremidades seja atraído para dentro, criando um convite natural à conversa. Instalado no Parque da Cidade, onde durante a COP30 funcionou a Zona Verde, o Banco da Paz proporciona um espaço público e neutro, acessível a todos.
Ele é uma doação conjunta do Nobel Peace Center e das empresas norueguesas Hydro, Snøhetta e Vestre, servindo como legado das discussões da COP-30 e como lembrete permanente da importância do diálogo contínuo.
Clique aqui para ler a matéria completa, produzida pelo Estadão Blue Studio, com patrocínio de Hydro.
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