Informação e acesso: caminhos promissores contra o HIV no Brasil

A estratégia aumenta as opções de cuidado e reforça o papel da prevenção combinada para reduzir novas infecções e avançar rumo à meta de acabar com a epidemia até 2030

30 de março de 2026

Informação e acesso: caminhos promissores contra o HIV no Brasil

Apesar de o Ministério da Saúde ter mostrado um aumento de 2,6% no número de casos de HIV no Brasil, na comparação entre 2023 e 2024, há avanços importantes que transformaram o HIV em uma condição crônica controlável.

Por isso, apesar de o número de novas infecções ainda preocupar, a prevenção continua sendo um dos pilares da resposta brasileira à essa epidemia.

Ainda segundo os dados do Ministério da Saúde, existe maior incidência entre adultos de 25 a 34 anos (36,8%) e jovens de 15 a 24 anos (25,0%).

Todos os caminhos levam à prevenção

A PrEP (profilaxia pré-exposição) e a PEP (profilaxia pós-exposição) são estratégias importantes para o combate ao HIV.

A PrEP consiste no uso de medicamentos antes de uma possível exposição ao HIV. Já a PEP é uma medida de emergência, indicada após uma situação de risco, e deve ser iniciada o mais rápido possível, idealmente nas primeiras 2 horas e, no máximo, até 72 horas após a exposição.

Vale ressaltar que, no Brasil, o Sistema Único de Saúde oferece as duas opções.

O infectologista Jucival Fernandes (CRM-SP 100853), gerente médico da GSK/ViiV Healthcare, diz que ampliar o acesso passa também por educação e combate ao estigma.

“Ainda se fala pouco sobre ISTs (Infecções Sexualmente Transmissíveis) e sobre sexo. É um tema tabu. Precisamos de comunicação clara para que as pessoas entendam seus riscos, se testem e façam uso das estratégias disponíveis”, explica o especialista.

Clique aqui para ler a matéria completa, produzida pelo Estadão Blue Studio, com patrocínio de GSK.