Com cerca de 40 famílias, desmontagem entra na fase final
7 de abril de 2026
Localizada no coração da região central da capital paulista, a Favela do Moinho agora entra em sua fase final
O local, que fica em meio a trilhos e antigos galpões industriais, já foi uma comunidade vibrante, mas hoje se tornou o cenário de um esvaziamento progressivo, com cerca de 40 famílias ainda por lá.
O processo foi marcado por disputas judiciais, protestos e negociações delicadas, e agora, a favela, que por décadas foi um dos retratos mais visíveis das contradições urbanas de São Paulo, está em reta final de desmontagem.
“O nosso cadastramento mostrou 931 edificações no local. A precariedade de algumas delas nos assustou muito. Agora, estamos na reta final”, afirmou Ticiane D’Alóia, diretora de Atendimento Habitacional da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação do Estado de São Paulo (SDUH), durante o Fórum de Infraestrutura e Políticas Públicas, organizado pelo Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Estado de São Paulo.
Engenheiros ligados ao Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de São Paulo (Crea-SP) são os responsáveis por avaliar, por meio de laudos técnicos, quais estruturas ainda apresentam condições mínimas de estabilidade e quais precisam ser demolidas imediatamente.
O cadastramento da CDHU identificou 758 residências ou imóveis de uso misto, 38 comércios e 7 edificações ligadas a entidades religiosas ou comunitárias. A renda média mensal das famílias, segundo o levantamento, era de cinco salários mínimos, e 15% das moradias estavam alugadas.
Os laudos do Crea, portanto, funcionam como um mapa de risco em tempo real. Orientam equipes em campo, definem prioridades e ajudam a evitar acidentes em uma fase especialmente sensível, quando convivem, lado a lado, casas vazias, estruturas condenadas e moradias ainda habitadas.
O terreno do Moinho, que já está com a desmontagem praticamente concluída, entra no radar de projetos de requalificação urbana, incluindo a criação de um parque. A proposta é transformar uma área marcada por vulnerabilidades em um novo espaço público.
Clique aqui para ler a matéria completa, produzida pelo Estadão Blue Studio.
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