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Reforma tributária muda lógica do sistema e exige nova postura das empresas, diz Carlos Eduardo Rosalba Padilha
Por SAFTEC DIGITAL

Reforma tributária muda lógica do sistema e exige nova postura das empresas, diz Carlos Eduardo Rosalba Padilha

AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO Conteúdo de responsabilidade da empresa 9 de fevereiro de 2026

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Simplificação de tributos deve alterar rotinas fiscais e planejamento financeiro

Conforme Carlos Eduardo Rosalba Padilha, a reforma tributária representa uma das mudanças estruturais mais relevantes das últimas décadas no sistema brasileiro. Para ele, o novo modelo altera a lógica de apuração, arrecadação e distribuição de tributos, o que exige uma postura mais estratégica das empresas.
“A reforma não é apenas uma troca de impostos. Ela muda a forma como as empresas lidam com o sistema tributário no dia a dia”, afirma Carlos Padilha.
O novo modelo propõe a substituição de tributos sobre o consumo por um imposto de base ampla, com regras mais uniformes e menor incidência de cumulatividade. A expectativa é de simplificação, mas o período de transição exigirá adaptação técnica e revisão de processos.

Transição será o maior desafio para as empresas

A reforma prevê um período de convivência entre o sistema atual e o novo modelo. Durante essa fase, empresas terão que lidar com dois formatos de tributação ao mesmo tempo, o que aumenta a complexidade operacional.
De acordo com Carlos Padilha, o maior desafio não será o modelo final, mas a transição. “Durante alguns anos, as empresas terão que administrar regras diferentes. Isso exige organização contábil e planejamento tributário mais cuidadoso”, explica.
Nesse cenário, muitas empresas têm buscado estruturas de apoio estratégico, como conselhos consultivos, para organizar decisões e acompanhar mudanças regulatórias com mais método. Para Carlos Eduardo Rosalba Padilha, esse tipo de instância ajuda a estruturar discussões e reduzir improvisos em momentos de transição.
Esse cenário tende a impactar sistemas de gestão, contratos, precificação e até estratégias comerciais. Por isso, o acompanhamento técnico se torna essencial.

Mudanças devem afetar custos, preços e planejamento

Com a nova lógica tributária, a formação de preços também pode mudar. Setores que hoje acumulam créditos ou enfrentam distorções tributárias devem passar por ajustes ao longo do tempo.
Segundo Carlos Eduardo Rosalba Padilha, a reforma exige leitura estratégica. “Não basta esperar a mudança acontecer. As empresas precisam entender como o novo sistema afeta seus custos e margens”, pontua.
A análise deve envolver estrutura de despesas, cadeia de fornecedores e modelo de operação. Isso porque a nova tributação tende a reduzir distorções, mas também redistribuir cargas entre setores.

Organização contábil será essencial no novo cenário

Nesse contexto, a Êxito Assessoria, Consultoria e Perícia Contábil Ltda. destaca que a contabilidade terá papel ainda mais estratégico. O controle de dados, a revisão de processos e a organização documental serão fundamentais para atravessar a transição com segurança.
Carlos Padilha reforça que a reforma não deve ser tratada apenas como um tema jurídico. “A mudança é operacional. Ela afeta rotinas, sistemas e decisões de negócio. Por isso, a contabilidade passa a ter papel central”, finaliza

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