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POLÍTICA INDUSTRIAL E A QUÍMICA DA SAÚDE NO BRASIL

AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO Conteúdo de responsabilidade da empresa 19 de fevereiro de 2026

SÃO PAULO, 11 de fevereiro de 2026 /PRNewswire/ — Novo estudo da Mastersenso Industrial Competitiveness aponta que a Indústria Brasileira apresenta forte diversidade em seus setores, mas que no todo está estagnada: os setores ativos que usufruem da competitividade de recursos e mercados regionais compensam parte dos demais que se desindustrializam. O documento, parcialmente divulgado pela Revista Facto da Associação ABIFINA, destaca o surgimento de novas oportunidades na Química e Bioquímica impulsionadas pela inovação e pela sustentabilidade, mas reforça a necessária isonomia competitiva para evitar a já histórica perda de capacidade produtiva.

Modelo Estrutural Mastersenso para Política Industrial

A Indústria Nacional sob a ótica da Química da Saúde Humana, Animal e Vegetal

O Brasil deveria ambicionar a duplicação da produção industrial que fatura US$ 1,4 tri e representa 24% do PIB, sendo o maior arrecadador de tributos e gerando empregos especializados e de maior renda entre os setores.

Apesar de esforços para manutenção e expansão de empreendimentos industriais, na prática, o Brasil mostra foco nas commodities agropecuárias e minerais, com números confirmando a desindustrialização e estagnação da riqueza ao patamar de US$ 10 mil per capta nos últimos 15 anos. Já os países desenvolvidos industrializados – com PIB percapta acima de US$ 30 mil e Índice de Desenvolvimento Humano acima de 0,90 – competem entre si com estratégias visionárias de desenvolvimento industrial e tecnológico.

Como benchmarking, a própria China, nos últimos 30 anos, realizou claramente o caminho de enriquecimento pelo Setor Industrial, com geração de empregos locais, reduzindo as importações e exportando em inúmeras Cadeias de Valor, como eletroeletrônicos, automotiva, construção, satélites & comunicação, minerais nobres, princípios-ativos para defensivos e fármacos, químicos, têxteis, calçados e outros.

Consideram-se 3 agrupamentos setoriais compondo a Indústria brasileira:

  1. Os ativos: aqueles competitivos por recursos disponíveis e mercados regionais protegidos, como os de infraestruturas, energia, combustíveis, alimentos e bebidas, água & esgoto, formulações farmacêuticas, produtos de higiene, construção e madeira & celulose;
  2. Os pressionados: enfrentando perda da malha industrial e empregos devido a altos tributos, falta de isonomia competitiva, suporte financeiro a investimentos, como os de produção ferroviária/naval, têxtil e calçados, químicos e plásticos, defensivos & fertilizantes, metalurgia e equipamentos, peças e automobilística.
  3. Os megatrends: aderentes às macrotendências de desenvolvimento a longo-prazo, porém carecendo de investimentos massivos em pesquisa e em implementação empresarial, como os produtos da Biotecnologia/Bioinsumos, Comunicação/Satélites/Dados, empresas de mobilidade (ferro, rodo, naval, aérea, espacial), química dos materiais, moléculas para a saúde e bem-estar entre outros.

Políticas Industriais para o Brasil:duas políticas complementares a serem implementadas no País com foco abrangente em Cadeias de Valor e não como defesa de elos, individualizados pela óbvia disputa cliente/fornecedor: a Política de Desenvolvimento de Empreendimentos em Setores Industriais Estratégicos, e a Política de Isonomia Competitiva de Resiliência Industrial, esta última visando transpor as seguintes barreiras:

1.?Sobrecustos do capital

2.?Sobrecustos tributários

3.?Sobrecustos dos insumos operacionais

4.?Insuficiência de infraestruturas

5.?Desigualdades e inseguranças regulamentares

6.?Insegurança para pesquisa e proteção intelectual

O exemplo da Indústria da Saúde Humana, Animal e Vegetal

A indústria de Química Fina e Bioquímica, associada às Ciências da Vida, produz e desenvolve moléculas e formulações que solucionam temas relacionados à longevidade e ao bem-estar do ser humano, animais e vegetais; macrotendências globais que impulsionam mercados a longo-prazo e mobilizam estratégias dos países desenvolvidos para cura de doenças, promoção de produtividade no campo e preservação ambiental.

Apenas o segmento de defensivos agrícolas, movimenta USD 20 Bi anuais no Brasil, atendendo às necessidades do campo com mais de 1,1 milhão de toneladas de produtos fungicidas, herbicidas, inseticidas, com atividade relevante de inovações químicas, nano e bioprodutos, atendendo mais de 1 milhão de propriedades rurais consumidoras.

Mesmo sendo de alto valor e estratégico ao País, seus produtos deixam progressivamente de ser produzidos e formulados localmente, passando a ser importados com custos de produção subsidiados e pouco regulamentados em suas origens, ou mesmo ilícitas. A luta pela competitividade se faz menos entre competidores locais e mais pela falta de isonomia com “países industrializados” e pelo olhar desintegrado na cadeia de valor agropecuário, que hoje tem estímulo à importação e não à produção industrial local.

A Mastersenso Consultoria Industrial contribui com as empresas e Associações Setoriais pela implementação de Estratégias e apoio às Políticas Competitivas.

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FONTE Mastersenso Consultoria Industrial

Tópicos Relacionados: Pesquisa, Enquetes e Estudos, STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia, Matemática), Computador/Eletrônica, Química

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