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Personagem com bolsa de estomia em novela das 7 reforça importância do padrão de cuidado no Brasil

AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO Conteúdo de responsabilidade da empresa 15 de dezembro de 2025

  • Interpretada por Camila Pitanga, personagem volta depois de sobreviver ao câncer
  • Aproximadamente 400 mil pessoas vivem com algum tipo de estomia no Brasil

SÃO PAULO, 15 de dezembro de 2025 /PRNewswire/ — A aparição da atriz Camila Pitanga usando uma bolsa de estomia na novela Dona de Mim traz à tona um tema pouco discutido, mas que impacta milhares de brasileiros: a estomia. Segundo estimativas do Ministério da Saúde, cerca de 400 mil pessoas vivem com algum tipo de estomia no país, seja por condições como câncer, como é o caso da personagem, doenças inflamatórias intestinais ou outras situações clínicas.

Apesar da relevância do tema, o acesso ao padrão ideal de cuidado ainda é um desafio no Brasil. A Portaria SAS/MS 400 (2009) estabelece diretrizes para atenção às pessoas com estomia no SUS, mas não define quantidade mínima de bolsas e insumos para garantir trocas diárias, nem especifica critérios para adjuvantes que previnam complicações. Essa lacuna gera judicialização e impacto econômico para os sistemas de saúde.

Por que isso importa?
Estudos internacionais, como o Ostomy Life Study, mostram que vazamentos e complicações de pele são as principais dificuldades enfrentadas pelas pessoas com estomia, afetando qualidade de vida e aumentando custos hospitalares. 50% das consultas médicas com esses pacientes estão relacionadas a queixas de vazamentos e problemas periestomais, ou seja, transtornos na pele ao redor do estoma.

De acordo com Marcos G. Adriano Jota, Cirurgião Oncológico e Gestor do Cuidado e Diretor Nacional de Parcerias e Ações Sociais da Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica, o principal desafio de um paciente após uma cirurgia de estomia é a adaptação. “Essa pessoa vai precisar se adequar a uma nova rotina, que inclui o uso da bolsa coletora. Além desses desafios, que são técnico e físico, há a parte emocional, que também é muito impactada, já que a estomia impõe uma parte do intestino para fora do corpo e, consequentemente, a eliminação das fezes acontece externamente, por meio da bolsa”, destaca. Para o cirurgião, é importante preparar o paciente psicologicamente antes do procedimento para facilitar essa adaptação. “Quando a estomia não é feita de urgência, temos a oportunidade de preparar e conscientizar o paciente para que o impacto não seja tão grande, além de passar todas as informações sobre como essa operação pode ser a melhor opção para o seu estado”, esclarece o especialista.

O médico afirma que é possível ter uma vida normal com uma estomia. “Ter uma estomia resultante de um tratamento do câncer ou outra complicação não é o fim da vida, muito pelo contrário. É importante compartilhar a experiência dos pacientes que tem uma vida adaptada com muita qualidade e conseguem realizar as suas atividades rotineiras. Além disso, também é preciso conscientizar amigos, familiares e todos os profissionais de saúde que acompanham o paciente sobre a importância de orientá-lo a respeito dos cuidados com a pele ao redor estoma e as trocas da bolsa coletora”, conclui.

Para Renata Oliveira, diretora de Experiência do Usuário da Coloplast, líder global em soluções para estomia, “a novela abre espaço para conscientizar a sociedade sobre a importância da inclusão e do acesso ao padrão de cuidado ideal. Isso significa oferecer produtos adequados, em quantidade suficiente, para garantir segurança, conforto e qualidade de vida”.

A Coloplast defende a atualização da Portaria 400, com definição de protocolos que assegurem trocas diárias e insumos completos nos kits fornecidos pelo SUS. Além disso, atua em parceria com profissionais de saúde e associações para promover educação, capacitação e políticas públicas que melhorem o acesso. O Brasil deveria distribuir 144 milhões de bolsas de estomia por ano, sendo que, segundo dados do Ministério da Saúde, o total anual dispensado é de aproximadamente 20 milhões.

Sobre estomia

A cirurgia de confecção da estomia é o procedimento pelo qual um indivíduo, seja adulto ou criança, necessita passar para criar uma abertura, um orifício, de um órgão para o meio externo do corpo no corpo, que vai funcionar como um caminho alternativo para seu funcionamento, como a eliminação das fezes e urina ou para auxiliar na respiração.1 Existem vários tipos de estomias como a traqueostomia, que é a estomia respiratória, a gastrostomia, que é a estomia de alimentação, e as estomias de eliminação, como a colostomia, a ileostomia e a urostomia.

Sobre a Coloplast
A Coloplast é líder global no desenvolvimento de produtos e serviços que tornam mais fácil a vida de pessoas com necessidades íntimas de saúde, incluindo cuidados com estomias, retenção urinária, feridas e pele. Saiba mais em www.coloplast.com.br.

Informações à imprensa
Fernanda Tintori – (11) 99615-9385 – fernanda.tintori@omc.com
Daniela Resende – (11) 97627-1978 – daniela.resende@omc.com

Referências:

1. Brasil. Ministério da Saúde. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2022/novembro/com-apoio-do-sus-ostomizados-garantem-inclusao Acesso em dezembro/2025.

Foto – https://mma.prnewswire.com/media/2845980/IMG_3001.jpg

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FONTE COLOPLAST LOJA

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