Multicom.net anuncia rebranding e inaugura nova fase como Multipagamentos , mirando inclusão financeira e infraestrutura para ativos digitais
AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO Conteúdo de responsabilidade da empresa 25 de março de 2026
Companhia evolui após 30 anos de atuação em sistemas críticos e passa a operar como plataforma de orquestração de pagamentos e infraestrutura para finanças digitais
Ao completar três décadas desenvolvendo tecnologias que sustentam operações críticas em setores estratégicos da economia brasileira, a Multicom.net inicia uma nova fase de sua trajetória e passa a atuar sob a marca Multipagamentos. O reposicionamento reflete a evolução técnica da companhia e marca sua expansão para o futuro do sistema financeiro, com foco em infraestrutura interoperável de pagamentos, tokenização de ativos e integração de serviços digitais.
Ao longo de 30 anos, a empresa construiu a infraestrutura tecnológica que conecta empresas, operadores, concessionárias e milhões de consumidores em transações financeiras e processos de arrecadação. Nesse período, a companhia participou da construção de sistemas de integração eletrônica, jornadas de pagamento e arrecadação, e ainda soluções de conciliação em larga escala, operando ambientes de missão crítica em setores como telecomunicações, utilities e energia.
Essa trajetória consolidou uma base operacional robusta: mais de R$ 16 bilhões processados por ano, mais de 1 bilhão de transações ao longo da história, 130 parceiros corporativos e crescimento de 3,7 vezes nos últimos quatro anos. A experiência acumulada ao longo dessas três décadas sustenta agora a evolução da empresa para um novo modelo de operação.
“Os próximos três anos serão mais revolucionários do que as últimas três décadas. A velocidade da evolução tecnológica não permite previsões longas. Mas uma direção é clara: as finanças digitais serão abertas, tokenizadas e muito mais integradas ao cotidiano das pessoas”, afirma José Tadeu Bijos, diretor-presidente da Multipagamentos.
Segundo o executivo, o mundo está entrando em um novo ciclo que consolida as finanças descentralizadas como parte estrutural do sistema financeiro global. Movimentos recentes reforçam essa transformação, como iniciativas internacionais de estímulo ao ecossistema de moedas digitais e o crescimento acelerado de stablecoins lastreadas em dólar, muitas delas emitidas fora do sistema bancário tradicional.
“Esses movimentos são indicadores claros de que não há retorno. Governos, grandes conglomerados e players privados já entenderam que a descentralização das finanças é inevitável. O Brasil não ficará à margem desse processo”, complementa Bijos.
A nova marca Multipagamentos nasce justamente para responder a esse cenário de transformação. A empresa reforça seu posicionamento como uma plataforma capaz de orquestrar diferentes sistemas e rotas de pagamento, conectando bancos, adquirentes, gateways, APIs e sistemas legados em um único fluxo integrado.
“O mercado de pagamentos ainda é marcado por soluções fechadas e dependência excessiva de um único fornecedor. Nosso objetivo é justamente o oposto, criar uma infraestrutura que dê autonomia real às empresas para escolher rotas, reduzir custos e entender completamente sua própria operação”, afirma Rodrigo Melo, vice-presidente de Produtos da Multipagamentos.
A proposta da empresa é uma alternativa ao modelo tradicional de “caixa-preta”, comum no setor, por uma abordagem baseada em transparência, rastreabilidade e controle operacional. Por meio da plataforma, companhias podem monitorar transações de ponta a ponta, comparar custos entre provedores, otimizar rotas de pagamento e reduzir riscos operacionais.
Segundo Melo, esse modelo de orquestração permite que empresas tenham maior previsibilidade financeira e operacional, especialmente em ambientes de grande volume transacional.
“Pagamentos são uma das operações mais críticas dentro de uma empresa. Quando o sistema não é transparente, o gestor perde visibilidade sobre custos, riscos e performance. A Multipagamentos devolve esse controle ao cliente, combinando inteligência tecnológica com clareza operacional”, explica o executivo.
Esse movimento ocorre em um momento de reconfiguração do cenário regulatório e tecnológico no Brasil. Após quatro anos de testes, o Banco Central concluiu que a tecnologia inicialmente proposta para o Drex (real digital) não se mostrou viável no formato original. A decisão não encerra a agenda de digitalização financeira, mas abre espaço para outras arquiteturas tecnológicas capazes de garantir liquidez, rastreabilidade e certificação de ativos.
“O blockchain já está maduro. O desafio agora é garantir identidade digital e rastreabilidade sem perder eficiência. A Multipagamentos nasce justamente para resolver esse dilema, levando inclusão financeira sem sacrificar segurança e compliance”, afirma Bijos.
A arquitetura da plataforma foi desenvolvida para operar em um ambiente onde tecnologias como inteligência artificial, blockchain e tokenização convivem com exigências regulatórias cada vez mais rigorosas.
“Nosso foco é equilibrar inovação e responsabilidade. Estamos construindo uma infraestrutura preparada para um mundo onde diferentes sistemas financeiros coexistem e precisam conversar entre si. Reduzir custos e simplificar o acesso aos serviços financeiros é essencial para ampliar a inclusão econômica”, acrescenta Melo.
Com três décadas de experiência sustentando operações críticas de grandes empresas brasileiras, a companhia agora busca ampliar sua atuação nacional e internacional, posicionando-se como uma infraestrutura capaz de suportar a próxima geração das finanças digitais.
“A internet transformou tudo o que conhecemos. Agora estamos entrando em uma fase em que o dinheiro se torna totalmente digital, programável e interoperável. A Multipagamentos será nossa contribuição para esse futuro”, conclui Bijos.
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