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Varejo de proximidade: a expansão dos minimercados autônomos para além dos condomínios
Por MARKABLE COMUNICAÇÃO

Varejo de proximidade: a expansão dos minimercados autônomos para além dos condomínios

AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO Conteúdo de responsabilidade da empresa 8 de julho de 2025

Pesquisa revela que os brasileiros frequentam os pequenos varejos cerca de 74 vezes ao ano, enquanto as grandes redes recebem apenas 16 visitas no mesmo período

Com o crescimento do varejo de proximidade e a busca por conveniência dos consumidores, os minimercados autônomos passaram a integrar diferentes públicos fora do ambiente residencial, conquistando novos espaços urbanos, como centros comerciais, universidades, escritórios, hospitais, academias e até estações de metrô. Segundo levantamento da NielsenIQ, o brasileiro frequenta os minimercados e pequenos varejos cerca de 74 vezes ao ano, enquanto vai apenas 16 vezes a supermercados de grandes redes.

A tendência, que também é conhecida por `varejo de vizinhança’, propõe oferecer conveniência a uma curta distância, que pode ser percorrida a pé ou em um rápido trajeto de carro. Atenta a este cenário, a Minha Quitandinha, startup de tecnologia em varejo que atua no modelo de franquia de minimercado autônomo, com mais de 350 unidades em operação, tem ampliado a atuação para além dos centros comerciais e condomínios, e também está presente em instituições de ensino e estações de metrô.

Segundo Douglas Pena, CRO e sócio-fundador da rede, esse hábito de consumo tem impulsionado o crescimento do setor. “O comportamento do consumidor mudou. As pessoas valorizam cada vez mais o tempo e querem resolver tudo com praticidade, seja no caminho para o trabalho ou na pausa entre reuniões. O nosso propósito sempre foi levar comodidade e segurança aos consumidores”.

O modelo também apresenta vantagens operacionais para os empreendedores, já que funciona sem a necessidade de funcionários e com um sistema de abastecimento baseado em dados de consumo. Com isso, o custo operacional é reduzido em comparação aos comércios tradicionais.

Esse formato mais enxuto, aliado à frequência de uso pelos consumidores, tem sido um dos pilares do crescimento acelerado do setor. Pena destaca que a recorrência nas compras é o grande diferencial no mercado. “As lojas de proximidade são utilizadas em momentos pontuais do dia a dia, mas em uma maior frequência. Isso permite investir em tecnologias que identificam padrões de comportamento do consumidor, tornando o serviço cada vez mais presente e essencial na rotina de todos”, conclui.

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