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Redes de estética investem em linhas próprias para ampliar receita e margens
Por Divulgação

Redes de estética investem em linhas próprias para ampliar receita e margens

AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO Conteúdo de responsabilidade da empresa 3 de março de 2026

Com avanço de 8,3% no mercado de dermocosméticos, setor de beleza reforça estratégias de diversificação e escalabilidade

A busca por crescimento sustentável tem levado marcas do setor de estética a repensarem seus modelos de negócio, já que depender apenas do atendimento presencial não garante mais expansão e rentabilidade em um mercado competitivo. Ampliar a atuação, fortalecer a recorrência e melhorar margens passou a integrar a estratégia do setor, que segue em expansão: segundo a IQVIA, o mercado de dermocosméticos movimentou R$ 12,3 bilhões nos últimos 12 meses até julho de 2025, com crescimento de 8,3%, acompanhando o avanço da indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (HPPC), que alcançou cerca de R$ 242,3 bilhões em 2025 e mantém o Brasil entre os maiores mercados globais de beleza.

Dentro desse cenário, o desenvolvimento de portfólio próprio deixou de ser tendência e passou a integrar o posicionamento das empresas. A LypeDepyl, especializada em depilação a laser, despigmentação de tatuagens e em Peeling de Hollywood, faturou R$ 25 milhões em 2025 e estruturou essa diversificação como parte da evolução da operação. No mesmo período, os produtos especializados representaram aproximadamente 3% do faturamento total, consolidando-se como frente complementar de receita e fortalecimento da marca.

Por que os dermocosméticos se tornaram estratégicos?

Em um setor orientado por experiência e recorrência, a linha própria passou a cumprir um papel que vai além da venda pontual. Ela prolonga o cuidado iniciado na clínica, eleva o ticket médio, estimula a recompra e fortalece o vínculo com o público. Diferentemente do serviço, que depende de agenda e estrutura física, o produto amplia escala e contribui diretamente para a margem operacional.

Para Leyde Ludwig Pereira, cofundadora e CEO da LypeDepyl, o movimento está diretamente ligado ao posicionamento premium da empresa. “Não enxergamos a linha própria apenas como complemento, mas como extensão do atendimento. Quando entregamos uma experiência premium na cabine, precisamos garantir que esse cuidado continue em casa. Isso valoriza o consumidor e reforça a percepção de qualidade da marca”, afirma.

Já Jhosy Ludwig Pereira, cofundadora e COO da marca, destaca o impacto na jornada e no relacionamento com o público. “Hoje o consumidor busca continuidade. Ele quer orientação, resultado e acompanhamento. Qu ando unimos serviço e produto dentro do mesmo padrão de excelência, criamos uma experiência mais completa e fortalecemos o vínculo com quem confia na empresa”, pontua. Com 30 unidades em funcionamento e foco em cidades de médio e pequeno porte, a marca mantém uma diretriz de expansão estruturada, combinando posicionamento, experiência e previsibilidade de resultado.

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