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Internacionalização dos negócios: o que brasileiros que buscam empreender no exterior precisam saber
Por Imagem de Freepik

Internacionalização dos negócios: o que brasileiros que buscam empreender no exterior precisam saber

AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO Conteúdo de responsabilidade da empresa 13 de janeiro de 2026

Especialista alerta que internacionalizar exige preparo jurídico, planejamento migratório e entendimento dos mercados globais

Com o avanço da globalização, cada vez mais brasileiros têm buscado oportunidades fora do país, seja para abrir empresas, investir ou estruturar negócios que operam internacionalmente. Mas, embora o movimento seja crescente, especialistas alertam que empreender no exterior exige planejamento rigoroso, conhecimento regulatório e compreensão cultural profunda. O levantamento da Interpreneur mostra que 92% dos líderes empresariais brasileiros acreditam que a expansão internacional dos negócios vai aumentar nos próximos anos, refletindo forte otimismo com novos mercados e oportunidades globais.

Segundo Marco Lisboa, CEO da Legale, rede de franquias especializada em assessoria para vistos, o primeiro passo para qualquer empreendedor brasileiro que deseja expandir fronteiras é entender que cada país opera com regras próprias, e que desconhecê-las pode custar caro.

“A internacionalização começa bem antes de embarcar. É fundamental estudar legislação, regimes de visto e exigências migratórias antes de qualquer investimento. Muitos empreendedores perdem tempo e dinheiro por avançarem sem orientação adequada. Por isso é preciso buscar profissionais qualificados para auxiliar nesse processo”, afirma Lisboa.

A Legale tem observado um crescimento expressivo de brasileiros buscando vistos de trabalho, estudo e investimento, impulsionados por mercados mais estáveis, oportunidades em inovação e programas que facilitam a abertura de empresas em países como Estados Unidos, Portugal e Emirados Árabes. Lisboa explica que a mobilidade internacional deixou de ser apenas um desejo e passou a ser uma estratégia de expansão real para negócios de diversos tamanhos.

“Os brasileiros entenderam que internacionalizar não é só abrir filial lá fora, é acessar novos mercados, diversificar riscos e aumentar competitividade. É um movimento maduro, que exige estrutura e visão de longo prazo”, destaca.

Entre os pontos críticos desse processo estão a regularização migratória, definição do visto correto, planejamento tributário internacional, validação profissional e análise de viabilidade do mercado-alvo. Países com forte ecossistema de inovação, como Canadá e Austrália, por exemplo, oferecem caminhos mais estruturados para empreendedores, mas também exigem documentação extensa e comprovação financeira. Já destinos como Portugal e Espanha atraem pela facilidade linguística e programas voltados a startups.

Para Lisboa, o erro mais comum é acreditar que empreender fora é apenas uma extensão do que se faz no Brasil. “Cada país tem sua cultura de negócios. O que funciona no Brasil pode não fazer sentido em outros mercados. A adaptação estratégica é o que separa quem prospera no exterior de quem volta frustrado”, afirma.

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