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Chocolate contra o estresse: 5 dicas para lucrar com o mercado de indulgências
Por Markable Comunicação

Chocolate contra o estresse: 5 dicas para lucrar com o mercado de indulgências

AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO Conteúdo de responsabilidade da empresa 22 de janeiro de 2026

Pesquisa mostra que 1 em cada 5 consumidores no mundo encara a indulgência como um prazer diário, ampliando as oportunidades para empreendedores

Quem nunca precisou de um chocolate no final do dia para melhorar o humor? Segundo levantamento da especialista em inteligência de mercado Innova Market Insights, 22% dos consumidores no mundo recorrem a pequenos prazeres alimentares para lidar com a tensão da rotina, enquanto 1 em cada 5 transforma esses momentos de “recompensa” em um hábito diário. Para Douglas Pena, sócio-fundador e CRO da Minha Quitandinha, startup de tecnologia em varejo que atua no modelo de franquia de minimercado autônomo, a tendência do “eu mereço” revela um consumidor em busca de conveniência, conforto emocional e consumo imediato, o que exige atenção aos produtos oferecidos e a forma de vender.

“No Brasil, as pesquisas também apontam o desenvolvimento do mercado de indulgências, como uma tendência que não pode ser ignorada. O levantamento da Scanntech, em parceria com a McKinsey, mostra que houve trade-up no segmento, ou seja, o consumidor está disposto a escolher uma opção de maior valor ou qualidade na hora da compra. No entanto, para aproveitar melhor esse interesse, é importante pensar não apenas em produtos, mas na experiência de compra”, considera o executivo.

O mercado de indulgências exige estratégia:

1.Conveniência

De acordo com Pena, é fundamental se atentar à conveniência para atrair mais consumidores. “Esse tipo de consumo não é planejado, é orgânico. Por isso, é essencial pensar na disponibilidade dos produtos, se são fáceis de encontrar, se estão bem-posicionados no ponto de venda e se fazem parte da rotina do consumidor no momento em que o desejo surge. É isso que vai fazer a diferença na hora da conversão e na fidelização”, explica.

2.Proximidade

O segmento de indulgências também é muito impactado pela localização e proximidade com os consumidores. “Os minimercados de condomínio, como a Minha Quitandinha, são privilegiados porque estão logo no saguão do condomínio, mas mesmo assim nós queremos estar ainda mais próximos, por isso, inauguramos unidades em condomínios comerciais e até em universidades. Cada tipo de negócio possui seus próprios desafios, mas é importante pensar em como se inserir cada vez mais na rotina”, destaca.

3.Agilidade

Segundo o CRO, outro ponto que não pode ser esnobado é a agilidade no pagamento. “Este tipo de consumo está muito ligado às pausas que o consumidor encontra ao longo do dia, como o intervalo entre uma reunião e outra, por isso a rapidez no pagamento é primordial. Oferecer um sistema ágil de pagamento é um diferencial. Em nossas unidades, por exemplo, utilizamos o QPay, em que o cliente consegue finalizar a compra em apenas 19 segundos”, avalia.

4.Autonomia

Pensando em uma rotina movimentada, a autonomia também é um diferencial. O consumidor consegue encontrar o produto sozinho? Ele consegue se servir e finalizar o serviço de maneira autônoma? “Entendemos que nossos clientes consideram a autonomia um diferencial, e o crescimento do modelo de minimercado autônomo mostra isso. Ainda assim, mesmo em outros negócios, é importante focar na autonomia como uma estratégia de atendimento”, indica Douglas Pena.

5.Mix de produtos

Pensar estrategicamente no mix de produtos é uma tarefa inevitável e que exige acompanhar de perto as tendências de consumo. “Os chocolates são quase uma unanimidade, mas existem outros produtos que se integram à categoria de indulgência, como biscoitos, snacks, barrinhas, balas, entre outros. Há ainda o impacto sazonal, no verão, por exemplo, os alimentos gelados são protagonistas. Mas com estratégia, essa tendência definitivamente é uma aliada dos negócios”, finaliza.

Créditos: “Freepik”

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