Beleza e bem-estar: como empresas convertem picos de verão em clientes recorrentes
AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO Conteúdo de responsabilidade da empresa 4 de fevereiro de 2026
Estratégias que ajudam negócios a transformar a alta sazonal em crescimento sustentável ao longo do ano
Quem trabalha com beleza e bem-estar sabe: o movimento muda conforme o calendário. Em alguns meses, a agenda enche rápido; em outros, o ritmo cai quase que de um dia para o outro. Essa oscilação cria um desafio constante para empresas que precisam manter o faturamento ao longo do ano. Segundo dados divulgados pela Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (ABIHPEC), em 2025 o setor de cuidados pessoais no Brasil registrou crescimento médio anual acima de 7%, impulsionado pela venda de produtos e pela expansão dos serviços ligados à estética e à saúde integral.
Para empresas do segmento, o principal desafio não está em atrair público durante essas fases de aumento de demanda, mas em converter o movimento pontual em vínculo duradouro. Para o médico Edson Ramuth, fundador e CEO da rede Emagrecentro, referência em emagrecimento saudável e estética corporal, compreender o ciclo de consumo é essencial para sustentar resultados. “Momentos de maior movimento geram visibilidade, mas só se transformam em crescimento real quando existe direcionamento para manter o relacionamento depois”, afirma.
A seguir, o médico e executivo compartilha aprendizados práticos de empreendedorismo aplicáveis a negócios da área de saúde, beleza e bem-estar que buscam mais estabilidade após o período de alta, confira:
Fases de aumento de demanda são oportunidades valiosas para testar se a operação funciona de forma consistente. “Atendimento, processos internos, comunicação e proposta de valor ficam mais evidentes quando o movimento cresce. É nesse cenário que o empreendedor identifica gargalos e entende se a estrutura se sustenta fora da oscilação sazonal”, explica. Na prática: aproveite esse momento para ajustar fluxos, capacitar equipes e corrigir falhas antes de pensar em escala.
“Muitos protocolos são pensados exclusivamente para o auge do movimento, quando o consumidor está mais motivado e disposto a investir. O problema surge quando esse formato não se mantém nos meses seguintes. “Se a entrega só funciona no auge, a empresa fica vulnerável”, orienta o CEO.
Atrair pessoas interessadas em períodos de maior visibilidade é mais simples; mantê-las exige planejamento. “ Negócios que convertem sazonalidade em fidelização deixam claro, desde o início, quais são os próximos passos após a primeira contratação. Sem uma trajetória definida, o vínculo se encerra junto ao período de alta”. Ofertas organizadas em etapas, tais como: início, evolução e manutenção, ajudam a dar essa visão de caminho.
Em estética e saúde integral, a experiência não termina quando o procedimento acaba. “É no acompanhamento pós-serviço que a pessoa atendida decide se retorna. Orientações claras, contato posterior e suporte fazem diferença direta na percepção de valor. Quando o público sente que foi lembrado depois, entende que houve cuidado real, não apenas uma venda”, explica Ramuth.
Esse acompanhamento pode assumir diferentes formas: uma mensagem personalizada com orientações, um retorno programado para avaliação dos resultados, pequenos gestos de atenção que demonstrem cuidado contínuo ou até benefícios exclusivos para quem segue no processo. “A lógica não é oferecer descontos isolados, mas criar sinais de valorização e reconhecimento”, conclui.
A OESP não é(são) responsável(is) por erros, incorreções, atrasos ou quaisquer decisões tomadas por seus clientes com base nos Conteúdos ora disponibilizados, bem como tais Conteúdos não representam a opinião da OESP e são de inteira responsabilidade da Markable Comunicação