A nova regra do bem-estar: por que copiar dietas está ficando para trás?
AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO Conteúdo de responsabilidade da empresa 19 de janeiro de 2026
Entender o metabolismo ajuda a transformar as resoluções de Ano Novo em hábitos sustentáveis
Todo começo de ano traz o mesmo movimento, listas de promessas relacionadas à saúde, como emagrecer, voltar a se exercitar e melhorar a alimentação. Ainda assim, estudos e a prática clínica mostram que grande parte dessas metas é abandonada nas primeiras semanas. O tema tem respaldo científico, segundo dados do artigo
The Science of Sustainable Weight Loss: A Practitioner’s Guide, da Metabolic Fitness, divulgados neste ano, aproximadamente 80% das pessoas que perdem peso significativo acabam recuperando esse peso em até um ano, evidenciando a dificuldade de manter mudanças sem abordagens sustentáveis e individualizadas.
Em um cenário ainda marcado pela popularização de dietas da moda nas redes sociais, especialistas apontam que a tendência para os próximos anos é o avanço de estratégias personalizadas, visto que a adoção de práticas genéricas desconsideram as particularidades do organismo de cada pessoa. Para Carolina Faiad, coordenadora de nutrição da Clínica Seven, referência na ciência do metabolismo, tratar a saúde a partir de dietas padronizadas e protocolos replicáveis é uma das principais causas de frustração. “Organismos respondem de maneira diferente aos mesmos estímulos. Quando a estratégia não respeita o metabolismo individual, os resultados tendem a ser temporários”, explica.
Esse entendimento tem impulsionado uma mudança no cuidado nutricional. Em vez de seguir dietas prontas, cresce a busca por avaliações mais completas, que consideram fatores metabólicos, hormonais e comportamentais. Na Clínica Seven, referência em nutrição e na ciência do metabolismo, esse processo inclui uma análise metabólica detalhada e, em alguns casos, testes genéticos capazes de indicar predisposições relacionadas ao metabolismo de nutrientes, inflamação, intolerâncias, recuperação muscular e comportamento alimentar.
“O teste genético não substitui hábitos saudáveis, mas oferece informações que ajudam a direcionar escolhas. Ele permite ajustar alimentação, treino e rotina de forma mais eficiente, reduzindo tentativas frustradas”, afirma Carolina.
Com base nessas informações, o plano alimentar passa a ser construído de forma personalizada, levando em conta rotina, horários, nível de atividade física e objetivos de saúde, e não apenas o peso corporal. O foco está na composição corporal, na preservação de massa magra, no controle de hormônios ligados à fome e ao estresse e na criação de hábitos que possam ser mantidos ao longo do ano.
Para a especialista, essa abordagem ajuda a mudar a lógica das resoluções de Ano Novo. “Metas muito restritivas tendem a falhar. Quando o plano respeita o funcionamento do corpo, a adesão melhora e os resultados se tornam mais consistentes. Nesse contexto, entender o próprio metabolismo deixa de ser um luxo e passa a ser uma ferramenta importante para quem busca saúde e bem-estar de forma duradoura”, conclui Carolina.
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