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Modernização de legado movimenta R$ 12,5 bilhões em ganhos anuais, aponta novo report da Mirante Tecnologia
Por Divulgação

Modernização de legado movimenta R$ 12,5 bilhões em ganhos anuais, aponta novo report da Mirante Tecnologia

AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO Conteúdo de responsabilidade da empresa 30 de março de 2026

A modernização de sistemas legados deixou de ser uma iniciativa restrita a áreas técnicas e passou a ocupar espaço nas agendas estratégicas de organizações. Segundo dados da Kyndryl, presentes no novo report “Modernização de Legado: do custo invisível à base de crescimento” da Mirante Tecnologia, empresas de grande porte que investiram na modernização de sistemas legados baseados em mainframe registraram economias médias entre US$ 23 milhões e US$ 27 milhões por ano, totalizando mais de US$ 12,5 bilhões em ganhos anuais.

Com base em dados de mercado, o report também mostra que o processo de modernização pode gerar de 15% a 30% de redução de custos operacionais e até 60% de melhoria no tempo de resposta de sistemas. Além disso, as empresas que passaram pelo processo de modernização tecnológica relataram aumento de 85% na eficiência operacional e 71% indicaram melhorias na capacidade de inovação, conforme dados da Kyndryl.

“A transformação digital exige agilidade, uso inteligente de dados e experiências conectadas. Um sistema legado, construído para um mundo mais previsível, torna-se um gargalo natural. Ele impede a inovação, encarece a operação e limita a capacidade de resposta”, explica Danilo Custódio, CEO da Mirante Tecnologia. “Modernizar esses sistemas é mais do que uma iniciativa tecnológica, é uma decisão estratégica. É sobre destravar o potencial da organização para o futuro”.

Dívida técnica: o custo que trava a inovação

Setores altamente competitivos, como saúde, telecomunicações e de manufatura, acumulam os maiores volumes de débito técnico, como é chamado o custo de uma solução pensada no imediatismo, em detrimento de um código ideal. Entre as principais fontes, estão mudanças rápidas na arquitetura, código de baixa qualidade, prazos curtos para entrega e aplicações legadas. No setor de saúde, 41% dos profissionais classificam a dívida técnica como um problema “extremamente sério” para suas operações. Os profissionais dos setores de telecomunicações (39%), manufatura (36%) e tecnologia (36%) também possuem a mesma opinião.

Conforme dados da Ivanti, 1 em cada 3 organizações reconhece que sua postura de segurança está seriamente comprometida por tecnologias legadas, sendo que “39% das empresas afirmam que a dívida técnica freia diretamente o crescimento, com 71% delas relatando impacto severo em performance e 43% indicando bloqueios à inovação”.

IA é nova aposta para ajudar no processo

A integração de inteligência artificial, especialmente de sistemas multiagentes, no processo de modernização de legado tem ampliado os resultados. De acordo com dados presentes no report, ao aplicar a IA multiagente em processos críticos da modernização de sistemas legados – como extração de contexto, tradução semântica, geração de testes e validação funcional – foi possível reduzir em até 70% o tempo de modernização desde a extração até a entrega.

Em um projeto conduzido pela Mirante para uma grande instituição financeira, mais de 500 mil linhas de código foram convertidas com o uso de IA, sem impacto na operação. No projeto, foram geradas documentação detalhada, tradução de código com validação semântica e a entrega de uma nova arquitetura moderna, segura e escalável. Neste caso, os resultados chegaram a mais de 95% de similaridade funcional e 60% de redução no tempo de homologação.

“Adiar a modernização é aceitar um risco crescente de obsolescência, falhas de segurança e, principalmente, perda de competitividade. O custo da inação é uma dívida que só aumenta”, afirma Danilo. “O diferencial competitivo das empresas passa, cada vez mais, pela capacidade de evoluir sua infraestrutura tecnológica de forma segura, eficiente e estratégica”.

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