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Mercado global de emagrecimento deve movimentar mais de US$ 689 bilhões até 2033
Por Freepik

Mercado global de emagrecimento deve movimentar mais de US$ 689 bilhões até 2033

AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO Conteúdo de responsabilidade da empresa 30 de março de 2026

O segmento cresce quase 10% ao ano impulsionado pelo avanço da obesidade e pelo maior interesse por saúde, estética e qualidade de vida

O aumento das doenças associadas ao excesso de peso, aliado à maior conscientização sobre prevenção e qualidade de vida, tem reforçado a busca por serviços voltados à gestão do peso.Esse movimento tem impulsionado o crescimento do mercado global de soluções voltadas ao tema, que atravessa um período de forte expansão. Após movimentar cerca de US$ 297,4 bilhões em 2024, a indústria deve alcançar US$ 689,9 bilhões até 2033, com taxa média anual de crescimento de 9,8%, segundo o relatório Global Weight Loss and Diet Management Market, da Fortune Business Insights, publicado em 2024.

A força desse mercado também se reflete na expansão de empresas especializadas no setor. Um exemplo é o Emagrecentro, fundada pelo médico Edson Ramuth e dedicada a tratamentos para emagrecimento saudável e estética corporal. Com 40 anos de atuação, a marca se consolidou como uma das maiores redes do segmento, com mais de 450 unidades no Brasil e no exterior, Estados Unidos e Paraguai, acompanhando o crescimento da procura por serviços ligados ao bem-estar. Para o Dr. Ramuth, o crescimento do setor está diretamente relacionado a uma mudança importante na forma como a obesidade passou a ser tratada pela sociedade. “Essa condição deixou de ser vista apenas como uma questão estética e passou a ser associada à gestão da saúde e à longevidade. Nesse mercado, cresce a procura por programas estruturados que combinem orientação médica, mudança de hábitos e acompanhamento profissional”, afirma.

Brasil acompanha tendência global

O cenário brasileiro segue na mesma direção. A obesidade mais que dobrou nas últimas duas décadas, passando de 11,8% da população adulta em 2006 para cerca de 25,7% em 2024, segundo a pesquisa Vigitel, do Ministério da Saúde, divulgada em 2025. Esse contexto tem ampliado a demanda por programas de reeducação alimentar, acompanhamento profissional e tratamentos voltados à redução de peso. Para o especialista, o tema vem sendo encarado cada vez mais sob a perspectiva da saúde preventiva. “Quando observamos o cenário brasileiro, percebemos que a preocupação com o peso está cada vez mais ligada à qualidade de vida e à prevenção de doenças. O desafio agora é ampliar o acesso à informação e incentivar mudanças de hábitos que possam ser mantidas no longo prazo”, explica o médico.

A expectativa é que o setor continue em expansão nos próximos anos, impulsionado pela integração entre medicina preventiva e gestão do peso. “Devemos observar uma conexão cada vez maior entre saúde e emagrecimento. O controle do peso passa a ser entendido como parte essencial do cuidado com o corpo e da busca por longevidade, e o mercado está se estruturando para atender essa demanda de forma mais completa”, conclui o Dr. Ramuth.

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