Liderança exige visão estratégica e proximidade com operação: conheça cinco passos fundamentais
AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO Conteúdo de responsabilidade da empresa 30 de março de 2026
Executiva à frente do Grupo T-Line, Rachel Tsung compartilha cinco aprendizados de gestão para fortalecer empresas em cenários de transformação e competitividade
De acordo com levantamento da PwC, uma das maiores organizações globais de auditoria e consultoria, cerca de 60% dos CEOs acreditam que seus negócios precisarão se reinventar nos próximos anos para se manterem competitivos. Nesse cenário de mudanças aceleradas, líderes empresariais precisam equilibrar visão estratégica, proximidade com a operação e capacidade de adaptação. Para Rachel Tsung, CEO do Grupo T-Line, um dos mais tradicionais grupos de concessionárias do Brasil, esses três pilares foram determinantes em sua trajetória até chegar ao comando da empresa, que conta c om 210 colaboradores. “E stratégia sem execução não se sustenta. É na operação que o líder entende o que realmente funciona e consegue tomar decisões mais eficientes”, comenta.
À frente de um portfólio que reúne marcas como Toyota, Jeep, Ram, Kia e BYD, a executiva compartilha aprendizados que podem ajudar gestores e empreendedores a fortalecer suas operações diante de novos desafios.
1. Comece entendendo a operação
Antes de tomar decisões estratégicas, é fundamental conhecer como a empresa funciona na prática. “Passar por diferentes áreas, observar processos e entender os desafios do dia a dia das equipes ajuda o gestor a tomar decisões mais realistas e conectadas com a realidade do negócio”, diz Rachel.
2. Experiências fora da empresa ampliam a visão
Construir parte da carreira fora do negócio familiar trouxe uma visão estruturada sobre governança, controles e processos. “Para líderes e sucessores, ter contato com outros ambientes corporativos pode ser essencial para trazer novas práticas e perspectivas para dentro da empresa”, aconselha a executiva.
3. Gestão exige equilíbrio entre tradição e inovação
Empresas consolidadas carregam história, cultura organizacional e modelos de negócio que foram construídos ao longo de décadas. Preservar esses valores é importante, mas a capacidade de adaptação se torna essencial em momentos de transformação do mercado. “No setor automotivo, por exemplo, a transição para veículos eletrificados, as novas tecnologias embarcadas e as mudanças no comportamento dos consumidores exigem que as empresas revisem processos, atualizem estratégias e estejam abertas a novos modelos de negócio. O desafio do gestor é justamente equilibrar essa evolução sem perder a essência que sustenta a identidade da empresa”, pontua.
4. Proximidade com as equipes fortalece a liderança
Uma gestão próxima das pessoas permite identificar problemas com mais rapidez e criar um ambiente de confiança. “Líderes que acompanham a rotina das equipes conseguem alinhar melhor expectativas, processos e desenvolver talentos dentro da organização”, acredita Rachel.
5. Diversidade na liderança amplia perspectivas
A presença feminina em posições de comando ainda é minoritária em setores tradicionais como o automotivo, mas vem crescendo. “Para mim, ampliar a diversidade nas lideranças contribui para decisões mais equilibradas, maior inovação e ambientes corporativos mais inclusivos”, diz a executiva.
Em um ambiente de negócios cada vez mais dinâmico, a capacidade de adaptação deixou de ser um diferencial para se tornar uma necessidade. A combinação entre estratégia, conhecimento da operação e desenvolvimento de pessoas é o que sustenta o crescimento de longo prazo. “Empresas que conseguem alinhar esses pilares estão mais preparadas para enfrentar mudanças e aproveitar novas oportunidades de mercado”, conclui a CEO.
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