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Inglês x Espanhol: 5 diferenças que mudam o jeito de estudar cada idioma
Por Markable Comunicação | Homework

Inglês x Espanhol: 5 diferenças que mudam o jeito de estudar cada idioma

AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO Conteúdo de responsabilidade da empresa 1 de abril de 2026

O professor de inglês Lucca Lacerda, sócio-fundador da Spaceclass, explica como as particularidades de cada idioma impactam o estudo e dá orientações práticas

Segundo o Relatório de Idiomas 2025 do Duolingo, o inglês é o idioma mais estudado no mundo, seguido pelo espanhol. No Brasil, as duas línguas lideram a busca de quem deseja ampliar oportunidades acadêmicas e profissionais no exterior. Embora muitas vezes sejam colocados lado a lado, cada idioma apresenta características próprias que influenciam diretamente a forma de estudar e desenvolver a fluência. Para o professor de inglês Lucca Lacerda, sócio-fundador da Spaceclass, edtech especializada em soluções de ensino de idiomas, entender essas diferenças é fundamental para adotar estratégias mais eficazes de aprendizagem.

O professor explica que cada idioma exige uma estratégia de aprendizagem diferente: “No inglês, o aluno precisa vencer o bloqueio da pronúncia e se expor mais à conversação desde cedo. Já no espanhol, o desafio é evitar a falsa sensação de domínio que a familiaridade entre os idiomas entrega”.

A seguir, confira cinco pontos que ajudam a direcionar os estudos de forma mais estratégica e destravar o inglês e o espanhol:

  • Vantagens e desvantagens da familiaridade
  • Segundo Lacerda, no espanhol, a semelhança com o português pode acelerar a compreensão inicial, mas também pode gerar acomodação e a falsa sensação de domínio, o famoso “portunhol”, que, como destaca o professor, é legítimo, mas se a ideia é fluência, é necessário prestar atenção ao vocabulário e estruturas. Já no inglês, como o distanciamento linguístico é maior, torna-se essencial construir uma base sólida de vocabulário, o que pode demorar um pouco mais, mas a prática constante garante um avanço consistente.

  • Pronúncia e conversação
  • O professor destaca que o bloqueio com a pronúncia é um dos principais obstáculos no inglês, o que exige estímulo à fala desde os níveis iniciais. No espanhol, a comunicação básica surge com mais naturalidade, mas a fluência pede atenção à entonação e à precisão. “Principalmente no inglês, muitas pessoas sentem vergonha de pronunciar as palavras em voz alta, por timidez. A tecnologia pode ser uma grande aliada nesse desafio. A Spaceclass, por exemplo, conta com a IA Spaceup, que permite ao aluno treinar a fala com feedback imediato de pronúncia e entonação, em um ambiente seguro e personalizado”, afirma.

  • Exposição diária faz diferença
  • O profissional destaca que o nível de contato com o idioma impacta diretamente a velocidade de aprendizado. No caso do inglês, a presença constante em músicas, filmes, séries e tecnologia favorece uma imersão quase automática. Já no espanhol, ele observa que a cultura também está amplamente difundida no Brasil, com fenômenos como telenovelas, seriados e cantores de diversos estilos, o que amplia o repertório e cria oportunidades naturais de contato com o idioma no dia a dia.

  • Aprender a partir dos próprios interesses
  • O professor destaca que o aprendizado se torna mais eficiente quando é conectado aos interesses pessoais do aluno. Segundo Lacerda, quem gosta de música pode explorar letras e entrevistas de artistas; quem acompanha futebol pode consumir notícias, transmissões e comentários no idioma estudado. “Ao integrar o inglês ou o espanhol a temas que já fazem parte da rotina, o contato se torna mais frequente, natural e motivador, acelerando a evolução de vocabulário e compreensão”, enfatiza o sócio-fundador da Spaceclass.

  • Constância supera intensidade
  • Por fim, o profissional ressalta que a regularidade nos estudos é mais importante do que longas horas esporádicas de dedicação. Segundo ele, tanto no inglês quanto no espanhol, o contato diário, ainda que por períodos curtos, fortalece a memória, amplia o vocabulário e reduz a insegurança ao falar. “A consistência é o que transforma conhecimento em fluência ao longo do tempo. Nesse processo, contar com um treinamento estruturado dos idiomas pode ajudar a manter a disciplina e organizar a evolução de forma mais consistente até a fluência”, avalia.

    Créditos: “Freepik”

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