Ser recomendado pela IA é a nova disputa, e a Sócio IA entra nela pelas mãos de quem transformou R$47 em R$50 milhões
AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO Conteúdo de responsabilidade da empresa 23 de outubro de 2026
Depois de construir carreira em growth, o fundador da Sócio IA defende que aparecer no ChatGPT só tem valor quando vira cliente
Antes de fechar com um fornecedor, cada vez mais gente abre o ChatGPT ou o Gemini e pergunta qual é a melhor opção. A resposta vem pronta, com poucos nomes. Quem não está ali nem entra na disputa. Para muitas empresas brasileiras esse filtro já acontece longe de qualquer relatório de marketing, e o efeito aparece no faturamento antes de aparecer no painel. É nesse ponto que a trajetória de Cleivan Hebert ajuda a entender uma nova frente de crescimento.
Natural do interior da Bahia, Cleivan começou movido pela curiosidade em entender por que algumas empresas vendiam mais do que outras. A primeira tentativa, vender calçados pela internet, não deu retorno financeiro, mas mostrou como o mercado se comporta. A virada veio quando se mudou para São Paulo com R$47 no bolso e nenhuma rede de contatos. Passou pelo Exército, pelo setor agropecuário, pela gestão de um negócio próprio e pela operação em agência, e transformou esse repertório num método de growth. Ao longo da carreira contribuiu para gerar mais de R$50 milhões em resultados para empresas de diferentes portes e setores. Teve um case publicado no blog da V4 Company e palestrou no Dia Mundial da Criatividade, promovido pelo Sebrae.
A regra que guiou esse caminho sempre foi simples. “O plano que fica no slide não paga boleto. Crescimento real se mede em receita, não em curtida”, costuma dizer. Foi essa mesma régua que ele levou para a inteligência artificial generativa.
Hoje Cleivan é Founder e CEO da Sócio IA, consultoria brasileira de GEO e AEO que prepara marcas para serem encontradas, entendidas e citadas pelos modelos generativos. GEO, sigla de Generative Engine Optimization, é o trabalho de fazer a marca aparecer quando o cliente pergunta para a IA em vez de pesquisar. A empresa atua na área desde 2025 e mede os resultados na metrifica.ai, plataforma própria que acompanha a presença das marcas no ChatGPT e no Gemini.
A diferença está no critério de sucesso. “Ser citado pela IA é vaidade se não virar cliente. Citação que não gera receita é curtida com outro nome”, afirma. Por isso o trabalho começa pela medição. Rodadas repetidas de perguntas reais do mercado mostram em quais respostas a marca aparece, com que frequência, em que posição e quais concorrentes ocupam o espaço. A partir daí entra o Método M.A.P.A., que organiza o trabalho em Mapeamento, Análise, Planejamento e Ação. Na prática, isso quer dizer site legível para a máquina, marca bem definida como entidade, conteúdo que responde à pergunta do cliente com dado verificável e acompanhamento contínuo.
A abordagem já mostra resultado. Uma empresa do setor automotivo atendida pela Sócio IA saiu de 1% para 23% de visibilidade no ChatGPT, com receita gerada a partir da estratégia de GEO.
Cleivan também evita a promessa mais comum do mercado. “Ninguém controla a resposta da IA. Quem promete primeiro lugar no ChatGPT está vendendo o que não entrega. O que dá pra fazer é aumentar a chance de a marca ser citada e medir isso antes e depois”, diz.
A visão de fundo continua a mesma de quando saiu da Bahia, que é tornar a estratégia de crescimento acessível a empresas que ficam para trás por falta de orientação. Em um mercado em que a decisão de compra começa numa conversa com a IA, a diferença está em quem é lembrado na resposta. E, para Cleivan, isso só conta quando vira receita.
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