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BioVittia completa 5 anos com salto de produtividade, proximidade com o produtor e ganhos de até 9 sacas de soja por hectare

AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO Conteúdo de responsabilidade da empresa 19 de outubro de 2026

Com mais de 2.400 hectares monitorados em 13 estados, projeto de manejo biológico da Vittia comprova rentabilidade e sanidade no campo no ano em que a companhia celebra 55 anos.

SÃO PAULO, 19 de outubro de 2026 /PRNewswire/ — No ano em que comemora 55 anos de mercado, a Vittia celebra também a consolidação do Projeto BioVittia. Em seu quinto aniversário, a iniciativa combina a consultoria técnica Vittia, que prioriza a proximidade com o produtor rural, com práticas de manejo integrado em mais de 2.400 hectares em 13 estados brasileiros, apresentando resultados práticos que o mercado do agronegócio buscava: produtividade com sustentabilidade. O sistema produtivo é baseado em um manejo integrado que prioriza defensivos biológicos e em assistência técnica. Na soja, uma das principais culturas acompanhadas, o incremento chega a 9,22 sacas por hectare.

Criado em 2021 para acelerar a transição biológica no campo, o projeto foi pioneiro ao levar para dentro das lavouras um modelo de validação técnica focado na integração de soluções à base de microrganismos ao manejo. A iniciativa nasceu para atender a uma demanda cada vez mais presente entre os produtores rurais: melhorar o controle de doenças e pragas, diminuir a dependência de produtos convencionais sem abrir mão da produtividade, da segurança e da rentabilidade.

Com estratégias adaptadas às características de cada região e aos desafios fitossanitários de cada safra, o projeto busca comprovar, na prática, que a sustentabilidade pode caminhar lado a lado com alta performance agronômica, oferecendo respostas concretas a um produtor cada vez mais criterioso e exigente na adoção de novas tecnologias.

Em termos de representatividade, a cultura da soja representa 57% das áreas do BioVittia, seguida por milho (14%), trigo (9%), feijão (5%) e tomate (4%). O interesse crescente de diferentes perfis produtivos por estratégias de manejo integrado reflete-se diretamente nos ganhos aferidos ao longo das últimas safras, em comparação às áreas conduzidas com manejo convencional:

  • Cana-de-açúcar: + 34,11 toneladas/ha.
  • Soja: + 9,22 sacas/ha.
  • Milho: + 8,49 sacas/ha.
  • Uva de mesa: + 7,9 toneladas/ha.
  • Melão: + 2,8 toneladas/ha
  • Pecuária (Pastagem): + 1,3 unidade animal/ha.

Os dados consolidados da soja mostram consistência em diferentes polos agrícolas. Em Montividiu (GO), a área do BioVittia superou o padrão da fazenda em quase 10 sacas na safra 23/24 (93,6 contra 84,38). Já em Chapadão do Sul (MS), na safra 25/26, o salto foi de 87 para 92 sacas por hectare.

“O BioVittia tira o defensivo biológico do campo das promessas e o coloca na realidade financeira do produtor. Não se trata de simplificar o manejo ou substituir automaticamente o químico pelo biológico, mas de entender onde cada ferramenta entrega o maior valor produtivo e sanitário”, Jéssica Ferreira da Silva, Coordenadora de Projetos da Vittia.

Além do volume, o monitoramento provou ganho em sanidade. Mesmo sob elevado volume pluviométrico, a área com manejo biológico demonstrou resiliência e produtividade. “Soluções como o Meta-Turbo® Max e o Bio-Imune® seguraram a pressão de lagartas e doenças de parte aérea. Esses biológicos atuaram de forma estratégica dentro do manejo integrado, especialmente quando o clima exigiu intervenções químicas pontuais para o controle de mofo-branco e percevejo-marrom”, destaca a Engenheira Agrônoma.

Apesar das adversidades enfrentadas na última safra, os produtos biológicos alcançaram 80% de adoção na cultura da soja, reforçando a confiança dos produtores na tecnologia e evidenciando o compromisso do projeto em promover uma agricultura mais sustentável, produtiva e alinhada às demandas do campo moderno.

Abertura de novos mercados e recuperação de pastagens

Em culturas de alto valor agregado, destinadas à exportação – como a uva BRS Vitória no polo de Petrolina (PE), e o melão produzido em Baraúna (RN). Nesses mercados, o uso de biológicos tem sido um diferencial competitivo crucial. A redução de resíduos químicos eleva a qualidade dos frutos e atende às exigências de mercados internacionais mais rigorosos.

A iniciativa também avança sobre um dos maiores desafios nacionais: a recuperação de áreas degradadas. Em Sapucaia (PA), um campo de capim-mombaça tratado com o protocolo do projeto registrou a manutenção da cigarrinha-das-pastagens abaixo do nível de dano, aumentando a produção de biomassa e a capacidade de suporte animal por hectare.

“A adoção de biológicos exige conhecimento e presença constante no campo. Os resultados que colhemos hoje em 13 estados são fruto da união entre inovação, tecnologia de ponta e tomada de decisão embasada. É a agricultura brasileira se preparando, na prática, para os reais desafios de eficiência”, conclui Edgar Zanotto, Diretor de Inovação e Novos Negócios da Vittia.

Sobre a Vittia

A Vittia (BVMF:VITT3) é referência brasileira em soluções para defesa e nutrição de plantas, levando produtividade, rentabilidade e sustentabilidade para o agronegócio brasileiro. A Companhia tem em suas raízes a base sólida para impulsionar a inovação no campo, unindo tradição e tecnologia de ponta em um portfólio completo.

Com a maior fábrica de produtos biológicos da América Latina e outras cinco unidades no estado de São Paulo, a Vittia desenvolve biotecnologias essenciais para o aprimoramento do balanço socioambiental da agricultura. Seu portfólio robusto inclui soluções de controle biológico (inseticidas, fungicidas e nematicidas), fertilizantes especiais, biofertilizantes e sais para agricultura e pecuária. Em 2026, a Vittia celebra 55 anos e lança uma campanha em comemoração a esse marco, com o tema “Minhas raízes, novas histórias”, reforçando seu compromisso ético, sua tradição e sua solidez. A Vittia transforma seu legado em futuro entregando produtividade e rentabilidade ao agronegócio com a simplicidade que nutre a confiança.

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