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Rodrigo Balassiano, diretor da ID CTVM, explica como a integração entre administração fiduciária, custódia e soluções bancárias sustenta a expansão dos fundos estruturados
Por SAFTEC DIGITAL

Rodrigo Balassiano, diretor da ID CTVM, explica como a integração entre administração fiduciária, custódia e soluções bancárias sustenta a expansão dos fundos estruturados

AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO Conteúdo de responsabilidade da empresa 2 de outubro de 2026

Além dos serviços tradicionais de administração fiduciária e custódia, Rodrigo Balassiano destaca como a ID CTVM reúne escrituração, controladoria, distribuição e soluções bancárias integradas em uma única infraestrutura, modelo que ganha relevância à medida que a indústria de fundos estruturados se torna mais complexa

A ID CTVM acompanha, na indústria brasileira de fundos estruturados, uma mudança na forma como gestores e investidores avaliam os prestadores de serviço responsáveis por sustentar suas operações. Fundada em outubro de 2020, a empresa consolidou ao longo desses anos um modelo de atuação que, segundo Rodrigo Balassiano, reúne administração fiduciária, custódia, controladoria, escrituração, distribuição e soluções bancárias integradas em uma única infraestrutura tecnológica, em vez de tratar cada uma dessas frentes como um serviço isolado e contratado separadamente por gestoras e investidores.

Complexidade crescente exige mais do que administração fiduciária isolada

Durante anos, a atuação de um administrador fiduciário no mercado de capitais brasileiro concentrou-se, majoritariamente, na representação formal do fundo perante cotistas e reguladores, com a custódia, a controladoria e a escrituração frequentemente contratadas junto a prestadores distintos. Essa fragmentação, ainda comum em parte do mercado, exige que gestoras coordenem informações entre diferentes fornecedores, o que amplia o risco de divergência entre relatórios e alonga o tempo necessário para conciliar a posição de um fundo entre custodiante, controladoria e administrador fiduciário.

Rodrigo Balassiano, diretor da ID CTVM, observa que essa fragmentação deixou de ser compatível com o volume e a complexidade que a indústria de fundos estruturados alcançou nos últimos anos.

“Quando administração fiduciária, custódia, controladoria e escrituração são prestadas por instituições diferentes, cada divergência entre relatórios precisa ser reconciliada manualmente, o que consome tempo e amplia o risco operacional. A proposta da ID CTVM é reunir essas frentes em uma mesma infraestrutura, para que gestores concentrem seus esforços na estratégia de investimento, e não na coordenação entre fornecedores”, avalia o executivo.

Soluções bancárias ampliam o escopo da infraestrutura fiduciária

Além dos serviços tradicionais de administração fiduciária e custódia, a ID CTVM incorporou ao seu ecossistema soluções bancárias integradas, o que permite que a liquidação de pagamentos de um fundo, como a distribuição de rendimentos a cotistas ou o repasse de recursos a cedentes de direitos creditórios, ocorra dentro da mesma infraestrutura responsável pela custódia e pela controladoria da operação. Rodrigo Balassiano destaca que essa integração reduz uma fonte comum de atrito operacional: o intervalo de tempo entre a liquidação financeira de um evento e sua correta atribuição na posição de cada cotista.

Essa combinação de administração fiduciária com soluções bancárias também sustenta o atendimento da companhia a investidores não residentes, público que, ao alocar recursos em fundos estruturados brasileiros, depende de representante legal e de custodiante registrados perante a Comissão de Valores Mobiliários e o Banco Central. Instituições autorizadas a exercer as duas funções simultaneamente, caso da ID CTVM, simplificam essa camada de representação para o investidor estrangeiro, sem eliminar as exigências regulatórias aplicáveis a esse público.

Escala recente reforça a relevância do modelo integrado

A trajetória da ID CTVM acompanha o próprio crescimento da indústria de fundos estruturados no Brasil. A companhia já ultrapassou a marca de R$ 53,48 bilhões em ativos sob administração e custódia, distribuídos entre estruturas como FIDCs, FIPs e FIIs, volume que exige da infraestrutura de retaguarda uma capacidade de processamento compatível com um número crescente de fundos, cotistas e eventos financeiros diários.

Para Rodrigo Balassiano, sustentar esse volume sem comprometer a qualidade da informação prestada a gestores e cotistas depende diretamente da arquitetura tecnológica que conecta as diferentes frentes de atuação da companhia. Segundo o diretor, a integração entre administração fiduciária, custódia, controladoria, escrituração e soluções bancárias funciona como uma camada única de governança sobre o fundo, em vez de um conjunto de processos paralelos que precisam ser reconciliados posteriormente por gestores e investidores.

Modelo integrado tende a se tornar padrão de mercado

À medida que a indústria brasileira de fundos estruturados amplia sua complexidade regulatória e operacional, prestadores de serviço capazes de oferecer administração fiduciária, custódia, controladoria, escrituração e soluções bancárias sob uma mesma infraestrutura tendem a ganhar espaço diante de arranjos fragmentados entre múltiplos fornecedores. Rodrigo Balassiano pondera que essa tendência não elimina a relevância de cada função individualmente, mas desloca o diferencial competitivo para a capacidade de integrá-las de forma consistente e rastreável.

Conformidade regulatória se beneficia da visão unificada sobre o fundo

Uma infraestrutura que reúne administração fiduciária, custódia, controladoria e escrituração sob a mesma arquitetura tecnológica também simplifica a produção de informações exigidas pela Comissão de Valores Mobiliários e por outros órgãos reguladores ao longo da vida de um fundo estruturado. Em vez de consolidar dados extraídos de sistemas distintos antes de elaborar um relatório regulatório, a instituição responsável por todas as frentes acessa, em uma única base, as informações necessárias para atender a essas exigências dentro do prazo previsto, o que reduz o risco de inconsistência entre o que é reportado ao regulador e o que efetivamente consta nos registros operacionais do fundo.

Essa característica ganha peso adicional para fundos multicedente ou carteiras com diferentes classes e séries de cotas, nas quais a segregação patrimonial precisa ser refletida de forma consistente tanto na custódia quanto na controladoria. Uma arquitetura fragmentada entre prestadores distintos tende a exigir camadas adicionais de verificação cruzada para garantir essa segregação, etapa que uma infraestrutura integrada elimina por desenho.

Perspectivas para a infraestrutura de fundos estruturados

Com o mercado de capitais brasileiro seguindo em trajetória de crescimento e a base de investidores em fundos estruturados se ampliando tanto entre o público institucional quanto entre o varejo, a tendência é que gestoras priorizem, na escolha de seus prestadores de serviço, a capacidade de oferecer uma infraestrutura coesa entre administração fiduciária, custódia e liquidação financeira. Rodrigo Balassiano avalia que esse modelo integrado deve seguir sustentando a atuação da ID CTVM em um mercado que não para de crescer em volume e em sofisticação.

Sobre a ID CTVM

A ID CTVM é uma instituição especializada em infraestrutura para o mercado de capitais, com serviços de administração fiduciária, custódia, escrituração, controladoria e distribuição de fundos de investimento. Fundada em 2020, a companhia reúne atualmente mais de 550 fundos e mais de R$ 50 bilhões sob administração e custódia, com presença relevante em estruturas como FIDCs, FIPs e FIIs. Combinando tecnologia, governança, conhecimento regulatório e eficiência operacional, a ID oferece suporte a gestores, investidores, empresas e demais participantes do mercado, contribuindo para operações mais seguras, eficientes e transparentes.

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