Primavera leva treinos para a rua e coloca proteção UV no radar da moda fitness
AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO Conteúdo de responsabilidade da empresa 1 de outubro de 2026
Mais brasileiros praticam exercícios ao ar livre, ampliando a demanda por roupas esportivas com tecnologia e versatilidade
A primavera chega com mudanças no clima e na rotina de quem pratica atividade física. Entre setembro e novembro, as temperaturas devem ficar acima da média em praticamente todo o país, segundo o painel El Niño 2026-2027, do INPE e do INMET. O período também será marcado pelo fortalecimento do fenômeno, que tem mais de 90% de probabilidade de atingir a categoria “muito forte”. Em meio aos eventos climáticos, o país também registra um número crescente de pessoas em busca de qualidade de vida e bem-estar, conforme mostra levantamento da Brain Inteligência Estratégica: a parcela de brasileiros que se exercita passou de 37% em 2023 para 56% em 2026.
Com temperaturas mais elevadas e maior adesão por treinos ao ar livre, esse novo cenário também influencia no desenvolvimento do vestuário esportivo. Para Raissa de Albuquerque, cofundadora e diretora de Operações (COO) da Baunny, confecção especializada em moda fitness premium e produção White Label, a combinação entre funcionalidade, conforto e estética passa a ser cada vez mais relevante. “Quando a roupa acompanha o consumidor em diferentes ambientes, especialmente ao ar livre, é preciso pensar em mais do que desempenho. Recursos como proteção UV, respirabilidade, secagem rápida e conforto térmico precisam estar integrados ao produto, sem deixar de lado a estética e a liberdade de movimento”, afirma.
Da academia para a rua
É nesse contexto que a proteção UV ganha espaço na moda fitness, com peças desenvolvidas para acompanhar diferentes condições de uso e oferecer proteção durante a exposição prolongada ao sol. “Na Baunny, a proteção UV faz parte da proposta de desenvolvimento das roupas. O recurso é incorporado às peças junto a características como respirabilidade, secagem rápida, conforto térmico e mobilidade, buscando atender também às necessidades de quem pratica exercícios em ambientes externos”, explica Raissa.
A escolha dos materiais é um dos diferenciais nesse processo e se soma a decisões relacionadas à modelagem, ao caimento e à identidade visual, criando roupas que conciliam recursos técnicos e estéticos sem comprometer a experiência de uso. “Quando desenvolvemos uma peça, pensamos em como ela vai se comportar durante o movimento. A proteção UV é um dos recursos que entram nessa composição, mas precisa estar associada a conforto, respirabilidade e mobilidade. A ideia é que a tecnologia esteja integrada ao produto, e não seja apenas um atributo isolado”, conclui a COO da Baunny.
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