O que os consumidores mais compram em mercados autônomos? Bebidas, mercearia e snacks lideram as compras
AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO Conteúdo de responsabilidade da empresa 23 de setembro de 2026
Levantamento da Minha Quitandinha, rede de minimercados autônomos, revela que quase 70% do faturamento das unidades vem das vendas de bebidas alcoólicas e não alcoólicas, mercearia e bomboniere
Um levantamento realizado pela Minha Quitandinha, startup de tecnologia em varejo que atua no modelo de franquia de minimercado autônomo com 870 unidades em 25 estados brasileiros, revelou o que os consumidores mais compram nos minimercados. Entre as categorias mais consumidas estão: bebidas não alcoólicas, bebidas alcoólicas, mercearia e bomboniere. Juntas, elas representam aproximadamente 67% do faturamento das unidades da rede. Outros grupos de produtos, como itens de limpeza e descartáveis, representam cerca de 30%.
O levantamento destaca ainda que produtos associados a refeições rápidas e ao consumo imediato, como chocolates, snacks, laticínios e congelados, vêm ganhando mais espaço. Para Guilherme Mauri, sócio-fundador da Minha Quitandinha, esse levantamento destaca os novos hábitos de consumo. “O minimercado deixou de ser visto apenas como uma alternativa para situações de emergência e passou a funcionar como uma extensão da dispensa do consumidor. Quando existe uma loja disponível 24 horas, a lógica de compra muda e ele passa a comprar quando precisa e na quantidade que precisa. Isso possibilita uma frequência de consumo que não existe no formato tradicional”, explica o executivo.
Os dados disponibilizados pela rede destacam essa mudança no perfil dos consumidores; agora, os modelos de negócios que aliam conveniência à tecnologia não são mais preferenciais apenas para os mais jovens. O perfil é diversificado, pessoas entre 18 e 65 anos transitam todos os dias nos minimercados e conseguem finalizar suas compras com facilidade.
O comportamento observado nos minimercados acompanha uma transformação mais ampla no varejo, marcada pelo avanço da chamada superproximidade. Nesse cenário, distância, tempo e conveniência ganham peso na decisão de compra. “Estamos falando de uma mudança que vai além do formato da loja. É o consumidor que está modificando a forma como se relaciona com o varejo. Agora, ele busca praticidade, mix de produtos diversos, novidades e economia de tempo, com a possibilidade de realizar compras de forma autônoma e ao longo de 24 horas por dia”, conclui o executivo.
Créditos: “Divulgação”
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