NAvegue pelos canais

Nova era do rejuvenescimento facial: preservação da beleza de cada pessoa vira objetivo central
Por Divulgação

Nova era do rejuvenescimento facial: preservação da beleza de cada pessoa vira objetivo central

AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO Conteúdo de responsabilidade da empresa 21 de setembro de 2026

Avanço das técnicas de lifting facial e de tratamentos com equipamentos acompanha mudança no conceito de beleza, com rejuvenescimento que não apaga características individuais

Durante décadas, o rejuvenescimento facial esteve associado à ideia de “esticar” o rosto para eliminar rugas e flacidez. Lifting facial antigo, a toxina botulínica exagerada e os excessos de preenchedores inflavam esse estilo de rosto. Hoje, porém, há uma mudança importante na percepção de beleza: em vez de transformar a fisionomia, o objetivo dos tratamentos é preservar aquilo que torna cada rosto reconhecível, tratando os sinais do envelhecimento sem comprometer sua identidade. Essa mudança pode ser observada na procura por procedimentos que entreguem resultados mais naturais e proporcionais.

Para o cirurgião plástico Dr. Paolo Rubez, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, o paciente contemporâneo não quer necessariamente parecer outra pessoa, mas recuperar características de uma aparência mais jovem sem perder os próprios traços. “Existe uma mudança clara na expectativa dos pacientes; eles querem rejuvenescer, mas continuar parecendo eles mesmos. Isso significa respeitar as características individuais do rosto, a proporção entre suas estruturas e a própria identidade facial. O rejuvenescimento não deve apagar a história daquela pessoa”, explica.

Embora pudesse reduzir a flacidez, a abordagem antiga do lifting facial dependia muito da tensão aplicada sobre a pele e, em alguns casos, podia resultar em uma aparência excessivamente esticada. Com o desenvolvimento da anatomia cirúrgica e das técnicas de rejuvenescimento, a cirurgia passou a atuar também em estruturas mais profundas. “O SMAS (Sistema Músculo-Aponeurótico Superficial), camada que recobre a musculatura facial, tornou-se uma estrutura importante no planejamento do lifting atualmente. O lifting facial começou tratando principalmente a pele. Hoje entendemos que o envelhecimento não acontece apenas nela. Existe uma mudança de posição dos tecidos e uma alteração da relação entre pele, gordura e estruturas profundas. Por isso, o tratamento também evoluiu para o reposicionamento desses tecidos, e não simplesmente para esticar a pele”, afirma o Dr. Paolo Rubez, citando técnicas como o deep plane facelift.

A realidade também é percebida nos consultórios médicos principalmente em tratamentos não invasivos, como injetáveis e tecnologias. “Os resultados com tecnologias geralmente são graduais e vão acontecendo ao longo do tempo sem promoverem mudanças bruscas na aparência facial”, esclarece o Dr. Renato Soriani, dermatologista membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia. O médico Dr. Victor Secomandi destaca, por exemplo, o Zye Laser com handpiece de picossegundos, que entrega o laser em pulsos ultracurtos para remover manchas e promover rejuvenescimento natural. “O Zye Laser contribui com o estímulo profundo de colágeno; podemos associá-lo ao Sofiderm Deep, que devolve sustentação em regiões que perderam projeção, e ao biorremodelador Profhilo, que atua na qualidade estrutural da pele. Com essa combinação, temos resultados mais expressivos”, diz o Dr. Victor. A dermatologista Dra. Flávia Brasileiro, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia, diz que existe uma procura crescente por tratamentos não invasivos que melhorem a firmeza e o contorno facial sem mudanças exageradas. “O Xerf surge nesse cenário como uma opção eficaz para casos bem indicados, com resultados progressivos e preservação das características individuais”, acrescenta a médica. “Hoje também existe o conceito de Deep Xerf, de explorar de maneira planejada a capacidade da radiofrequência de produzir aquecimento em diferentes planos dos tecidos. Não queremos uma face artificialmente esticada nem excessivamente preenchida. Queremos melhorar a relação entre pele, tecido subcutâneo e estruturas profundas preservando aquilo que torna aquele rosto individual”, completa o Dr. Renato Soriani.

Segundo a dermatologista Dra. Mônica Aribi, sócia efetiva da Sociedade Brasileira de Dermatologia, existe um sinal de envelhecimento que pode passar despercebido: a mudança do desenho do rosto. “Quando há perda de definição mandibular, flacidez no terço inferior ou alterações na região malar, precisamos de um rejuvenescimento planejado de maneira tridimensional”, afirma a dermatologista. “A combinação de tecnologias pode ser particularmente interessante. Equipamentos como Zye Laser, Linear Z, Quadri Pico e Laser ME podem atuar em diferentes aspectos da qualidade e da estrutura da pele, enquanto os Fios Aptos, em casos selecionados, podem contribuir para o reposicionamento dos tecidos”, destaca a Dra. Mônica.

Até mesmo após o lifting facial, as tecnologias podem integrar o tratamento. “A pele precisa ser tratada, nutrida e estimulada continuamente. É isso que mantém o resultado bonito, natural e duradouro”, diz a Dra. Paola Pomerantzeff, dermatologista e membro da SBD. Sobre tratamentos que potencializam o resultado do lifting, a dermatologista explica que, após a recuperação completa da cirurgia, o médico pode indicar uma série de terapias que devolvem vitalidade e equilíbrio ao tecido cutâneo. “Os lasers fracionados e luz pulsada estimulam o colágeno e ajudam a uniformizar o tom da pele; os bioestimuladores de colágeno, aplicados em pontos estratégicos, são usados para manter o efeito tensor ao longo do tempo; os peelings e tecnologias de renovação celular melhoram textura e luminosidade; e a toxina botulínica paralisa a musculatura e evita a formação de rugas”, exemplifica a Dra. Paola.

Nesse sentido, a abordagem Skin Health, no centro do tratamento com o Hydrafacial, ganha destaque, pois reúne, em um mesmo procedimento, etapas de higienização, esfoliação, extração, hidratação e entrega de ativos para cuidar da saúde da pele de maneira global, integrada e personalizada. “Quando falamos em Skin Health, estamos falando de uma visão mais ampla do que simplesmente ter uma pele bonita ou sem lesões aparentes. Uma pele saudável é uma pele que consegue exercer adequadamente suas funções biológicas e manter seu equilíbrio diante das agressões internas e externas”, explica o médico Dr. Luiz Tonon, diretor científico da ILIKIA&Co, grupo do qual faz parte a Aiconiq, representante oficial do Hydrafacial no Brasil.

Os lançamentos em cosméticos também priorizam essa questão. “O sérum Epigenetic 61 Concentrate Clarify, desenvolvido pela ADA TINA, é o primeiro booster epigenético capaz de atuar diretamente em mecanismos celulares relacionados ao envelhecimento e surgimento de manchas para promover um verdadeiro reset biológico da pele sem causar irritações ou prejuízos à barreira cutânea. A proposta do sérum é reprogramar marcadores celulares e reativar a produção de 61 proteínas essenciais para que as células retomem padrões de funcionamento associados a uma pele mais jovem”, explica o farmacêutico Dr. Maurizio Pupo, especialista em Cosmetologia e CEO da marca.

Robótica

Além das mudanças nas técnicas, o avanço tecnológico também amplia a precisão do planejamento e da execução cirúrgica. Recursos de imagem, visualização tridimensional e, em determinadas situações, cirurgia robótica podem auxiliar o especialista na identificação e manipulação de estruturas anatômicas. “Na cirurgia robótica, o equipamento é comandado diretamente pelo cirurgião e pode oferecer recursos como magnificação da imagem, visualização em três dimensões e maior precisão dos movimentos. A robótica não significa que o robô toma decisões ou realiza a cirurgia sozinho. Ele é uma extensão do cirurgião. O especialista continua responsável por todas as decisões e pelo comando do procedimento”, esclarece o Dr. Paolo.

Para o médico, a tendência é que a cirurgia plástica caminhe cada vez mais para a personalização. Em vez de buscar um modelo universal de beleza, o planejamento deve considerar anatomia, proporções, características individuais e expectativas de cada paciente. “O principal objetivo do rejuvenescimento facial é fazer com que a pessoa envelheça bem sem perder aquilo que a torna única. A cirurgia pode devolver contornos, tratar a flacidez e melhorar a aparência, mas preservar a identidade deve fazer parte desse resultado”, conclui o especialista.

A OESP não é(são) responsável(is) por erros, incorreções, atrasos ou quaisquer decisões tomadas por seus clientes com base nos Conteúdos ora disponibilizados, bem como tais Conteúdos não representam a opinião da OESP e são de inteira responsabilidade da Markable Comunicação

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe