Entre montanhas e vinhedos, Anna Boni e Antonela Amaral Giancoli revelam os Cape Winelands na curadoria da Benarrivati
AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO Conteúdo de responsabilidade da empresa 16 de setembro de 2026
Próximos à Cidade do Cabo, vales históricos como Stellenbosch, Franschhoek e Paarl combinam uma tradição vinícola de mais de três séculos, propriedades contemporâneas e uma paisagem marcada por montanhas e vinhedos
A África do Sul oferece uma leitura muito mais ampla do que aquela associada às reservas de vida selvagem. No Western Cape, a pouca distância da Cidade do Cabo, vales cercados por montanhas abrigam uma tradição vinícola que começou a se desenvolver ainda no século XVII e continua se reinventando entre propriedades históricas e produtores contemporâneos.
É nesse território, conhecido como Cape Winelands, que a Benarrivati África encontra outra maneira de apresentar o país. Vinhedos, arquitetura, gastronomia e paisagem passam a compor uma experiência capaz de dialogar com um roteiro de safári sem funcionar apenas como extensão dele.
Uma tradição que atravessa mais de três séculos
A história do vinho no Cabo remonta a 1659, quando foi registrada a primeira produção a partir de uvas cultivadas na região. Nas décadas seguintes, a viticultura avançou por áreas como Constantia e Stellenbosch e passou a ocupar diferentes vales do Western Cape.
Hoje, Stellenbosch, Franschhoek e Paarl estão entre os nomes mais associados à produção vinícola sul-africana, cada um com características próprias de solo, altitude, clima e história.
Essa diversidade também aparece na arquitetura. Em Stellenbosch e em diferentes propriedades históricas da região, construções associadas ao estilo Cape Dutch permanecem como parte visível da paisagem, convivendo com adegas contemporâneas e novas abordagens de produção.
“Os vinhedos nos permitem apresentar outra camada da África do Sul. Existe ali uma história longa, uma paisagem extraordinária e uma cultura do vinho que não precisa ser comparada ao safári para ter relevância. Quando combinamos essas experiências, a família percebe a complexidade de um país que muda completamente de linguagem de uma região para outra”, avalia Anna Boni, cofundadora e CEO da Benarrivati África.
Uma paisagem desenhada por diferentes terroirs
Falar nos Cape Winelands como se fossem um único território homogêneo seria simplificar demais a região. Montanhas, vales, exposição ao oceano, altitudes e diferentes formações de solo criam condições variadas em distâncias relativamente curtas.
Em Stellenbosch, por exemplo, áreas vitivinícolas se distribuem entre encostas e vales com características distintas, enquanto Paarl é cercada por formações como Groot Drakenstein e Franschhoek. Essa geografia contribui diretamente para a diversidade da produção.
Na curadoria da Benarrivati, conhecer os vinhedos significa também compreender essas diferenças, aproximando a degustação da paisagem e das escolhas de cada produtor.
Muito além de uma degustação
O roteiro pode combinar visitas a propriedades, gastronomia, caminhadas e momentos dedicados à arquitetura e à história local, sem transformar a passagem pelos vinhedos em uma sequência de taças e adegas.
Quando a propriedade permite, encontros mais próximos com produtores ou especialistas acrescentam contexto à experiência, ajudando a compreender variedades, técnicas, safras e transformações recentes da viticultura sul-africana.
A mesma atenção vale para a escolha dos endereços. Em vez de pressupor que uma propriedade histórica será necessariamente mais interessante do que uma contemporânea, a curadoria observa aquilo que cada uma acrescenta ao roteiro e ao perfil da família.
Uma África do Sul de diferentes paisagens
Combinar os Cape Winelands com outros territórios do país permite construir uma viagem marcada pelo contraste. A experiência pode passar da observação de vida selvagem para vinhedos, montanhas, gastronomia e arquitetura sem reduzir nenhuma dessas paisagens à condição de complemento da outra.
Sob a liderança de Anna Boni na África, a proposta da Benarrivati é justamente ampliar essa leitura do continente e apresentar cada território por aquilo que possui de específico.
Nos Cape Winelands, isso significa descobrir uma cultura vinícola com mais de três séculos de história e uma paisagem em que montanha, agricultura e hospitalidade encontram sua própria expressão.
Sobre a Benarrivati
Fundada e liderada por Antonela Amaral Giancoli, a Benarrivati é uma holding de viagens de alto padrão especializada em desenhar jornadas sob medida pelo solo europeu e africano. Com operação própria e equipes de concierges locais, a companhia elimina intermediários para garantir segurança jurídica, transparência financeira e discrição inegociável em cada etapa da experiência. Pautada pela ética do relacionamento e pela valorização do tempo, a Benarrivati transforma a hospedagem em propriedades privadas em uma forma de preservar memórias e legados familiares.
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