AXIA Energia apoia compensação das emissões de carbono do Rock in Rio 2026
AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO Conteúdo de responsabilidade da empresa 31 de agosto de 2026
Parceria prevê créditos de carbono, certificados de energia renovável e doação de 15 mil mudas e de mais de 1 milhão de sementes para ações de reflorestamento
Grandes festivais de música mobilizam milhares de pessoas, transporte e equipamentos e estruturas temporárias, o que eleva o consumo de energia pode resultar em emissão de gases de efeito estufa. A partir disso, com uma parceria com a AXIA Energia, o Rock in Rio 2026 pretende compensar as emissões de carbono relacionadas à operação do evento e ao deslocamento do público
Na edição de 2024, foram 50 mil toneladas de CO₂ neutralizadas. O plano de descarbonização da AXIA considera as emissões geradas dentro da Cidade do Rock e amplia o alcance para incluir o trajeto realizado pelos fãs entre suas casas e o evento. Foi estruturado em três frentes: utilização de créditos de carbono certificados, emissão de Certificados de Energia Renovável e doação de mudas e sementes para programas de reflorestamento.
Segundo a AXIA Energia, o s créditos de carbono gerados a partir de energia renovável serão provenientes da Usina Hidrelétrica Teles Pires, localizada entre Pará e Mato Grosso, que está entre as 10 maiores do Brasil. Cada crédito representa uma tonelada de dióxido de carbono equivalente ( CO₂e ) cuja emissão foi reduzida ou evitada por um projeto certificado.
UHE Teles Pires, da AXIA Energia, vista de cima. Foto: Divulgação

Outra frente da parceria é volt ada à eletricidade consumida durante o event o. Como o Brasil possui um Sistema Interligado Nacional (SIN), no qual a eletricidade produzida por diferentes fontes é integrada à mesma rede, não é possível determinar fisicamente de qual usina veio a energia consumid a. Assim, para comprovar a geração de energia limpa em quantidade equivalente ao consumo elétrico do festival, a AXIA utilizará Certificados de Energia Renovável (RECFY). Cada certificado corresponde a 1 MWh produzido a partir de fonte renovável e inserido no sistema.
Segundo a empresa, o processo é realizado a partir de rastreabilidade por blockchain, auditoria independente da Bureau Veritas e selo CCEE Origem, a linhado ao Programa Brasileiro GHG Protocol e à ISO 14064.
Da Amazônia para projetos de reflorestamento
A terceira frente acrescenta uma dimensão de restauração ambiental: a AXIA prevê a doação de 15 mil mudas e mais de 1 milhão de sementes para programas de reflorestamento, após o festival. O material será proveniente da Ilha de Germoplasma mantida pela companhia na Amazônia.
Localizada no Pará e vinculada às ações ambientais de Tucuruí, a área funciona como um banco genético vivo de espécies nativas. De acordo com dados divulgados pela empresa, a ilha abriga aproximadamente 100 mil árvores de mais de 220 espécies. Entre as espécies cultivadas estão castanha-do-pará, açaí, ingá, morototó, cupuaçu, copaíba, ipê-amarelo e mogno.
A estrutura já é utilizada para produção e doação de mudas destinadas à restauração ambiental. Segundo a companhia, somente em 2025 foram doadas 88,8 mil mudas para reflorestamento.
A iniciativa dá continuidade às ações de descarbonização do Rock in Rio, que desde 2006 compensa as emis sões. O diferencial desta edição, segundo a organização, é a ampliação desse cálculo para considerar o deslocamento do público.
O Rock in Rio 2026 ocorrerá dos dias 4 a 7 e 11 a 13 de setembro, no Parque Olímpico, localizado na Barra da Tijuca, na Zona Sudoeste do Rio de Janeiro.
A OESP não é(são) responsável(is) por erros, incorreções, atrasos ou quaisquer decisões tomadas por seus clientes com base nos Conteúdos ora disponibilizados, bem como tais Conteúdos não representam a opinião da OESP e são de inteira responsabilidade da Agência Memória da Eletricidade