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Mês das Gestantes: Pesquisa TENA revela que 82% das grávidas sentem vergonha no primeiro episódio de perda urinária

AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO Conteúdo de responsabilidade da empresa 13 de agosto de 2026

Levantamento da marca mostra que muitas brasileiras interpretam os primeiros escapes com preocupação e desconhecem que a condição é comum durante a gravidez e pode ser tratada.

82% das grávidas sentem vergonha na primeira experiência de perda urinária, revela pesquisa TENA / FOTO DIVULGAÇÃO TENA

SÃO PAULO, 13 de agosto de 2026 /PRNewswire/ — No Mês da Gestante e às vésperas do Dia Nacional da Gestante, celebrado em 15 de agosto, a marca TENA, número 1 mundial em produtos para incontinência urinária em adultos e parte da Essity, líder global em higiene e saúde, chama atenção para um aspecto ainda pouco discutido durante a gestação: a forma como muitas mulheres reagem aos primeiros episódios de perda involuntária de urina. Dados da pesquisa “TENA: o impacto das perdas de urina na gravidez e no puerpério” mostram que 82% das entrevistadas relataram sentimentos negativos quando vivenciaram a situação pela primeira vez.

Segundo o estudo, 45% das entrevistadas sentiram vergonha, 23% tiveram medo de que fosse um problema de saúde, 19% acreditaram que a bolsa poderia ter rompido e 17% disseram ter ficado preocupadas com o bebê. Os resultados indicam que, para muitas gestantes, a falta de informação sobre a incontinência urinária pode fazer com que um sintoma frequente da gravidez seja interpretado como um sinal de risco.

Segundo a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), cerca de 40% das gestantes brasileiras convivem com episódios de incontinência urinária. As perdas de urina acontecem, principalmente, porque o crescimento do bebê e do útero aumenta a pressão sobre a bexiga, enquanto as alterações hormonais deixam músculos e ligamentos mais relaxados. Ao mesmo tempo, o assoalho pélvico, responsável por sustentar órgãos como a bexiga e o útero, passa por uma sobrecarga ao longo da gestação, o que pode reduzir sua capacidade de conter a urina na bexiga, em situações de esforço, como tossir, espirrar, rir ou praticar alguma atividade física.

A pesquisa foi encomendada por TENA ao Okno Núcleo de Estudos e ouviu gestantes com mais de 24 semanas, puérperas com filhos de até um ano e mulheres que desenvolveram perdas urinárias durante a gravidez. Além do impacto emocional, o estudo mostra que 95% das entrevistadas afirmam que os escapes alteraram sua rotina. Antes de sair de casa, 53% passaram a ir ao banheiro preventivamente, 40% verificam se haverá sanitários disponíveis no destino e 45% reduziram a ingestão de líquidos por receio de novos episódios.

O levantamento também aponta que a desinformação ainda faz parte da experiência de muitas mulheres. Embora 73% já soubessem que perdas urinárias poderiam ocorrer durante a gravidez, metade das entrevistadas afirma não conhecer produtos desenvolvidos especificamente para incontinência urinária, e parte delas relata ter recebido orientação para utilizar absorventes menstruais comuns, que possuem finalidade diferente.

Para a enfermeira Maria Alice Lelis, doutora em Ciências da Saúde – Urologia pela Unifesp e consultora de TENA, o primeiro passo é compreender que a perda urinária durante a gestação merece atenção, mas não deve ser motivo de vergonha. “É comum que a mulher se assuste quando acontece pela primeira vez, especialmente se ela nunca recebeu informação sobre o assunto. Muitas pensam imediatamente que existe algum problema com a gestação ou com o bebê. Na maioria dos casos, porém, os escapes estão relacionados às mudanças naturais que acontecem no corpo durante esse período. Ainda assim, é importante conversar com o profissional que acompanha o pré-natal para receber uma avaliação adequada e orientação individualizada”, orienta.

A especialista destaca que existem formas de prevenir e tratar a condição. “Exercícios para fortalecimento do assoalho pélvico, mudanças de hábitos e acompanhamento profissional podem contribuir para reduzir os sintomas, dependendo de cada caso. Enquanto a mulher passa por esse processo, também é importante utilizar produtos absorventes desenvolvidos especificamente para perdas urinárias, que oferecem características diferentes das encontradas em absorventes menstruais”, indica.

Nesse sentido, a marca TENA oferece Pants Mulher, uma roupa íntima descartável desenvolvida especialmente para quem convive com perdas involuntárias de urina moderadas a severas. A solução foi desenvolvida para atender o público de mulheres e, principalmente, para o puerpério. Além de oferecer segurança e controle de odor, o produto absorve com rapidez a urina, o sangue e os outros fluídos comuns durante a gestação.

A pesquisa evidencia que, embora a incontinência urinária seja frequente durante a gestação, o tema ainda é cercado por dúvidas e estigmas. Para TENA e Essity, ampliar o acesso à informação durante o pré-natal é um passo importante para que as mulheres reconheçam os sintomas, busquem orientação e conheçam as diferentes formas de manejo da condição.

Sobre a Essity

A Essity é uma empresa líder global em higiene e saúde. Todos os dias, nossos produtos, serviços e soluções são usados por um bilhão de pessoas em todo o mundo. Nosso objetivo é quebrar barreiras pelo bem-estar dos consumidores, pacientes, cuidadores, clientes e da sociedade. Estamos presentes em aproximadamente 150 países com as marcas líderes globais TENA e Tork, e outras marcas fortes, como Actimove, Cutimed, JOBST, Knix, Leukoplast, Libero, Libresse, Lotus, Modibodi, Nosotras, Saba, Tempo, TOM Organic e Zewa. Em 2025, a Essity teve vendas de aproximadamente 138 bilhões de coroas suecas (13 bilhões de euros) e empregou 36.000 pessoas. A sede da empresa está localizada em Estocolmo, na Suécia, e a Essity está listada na Nasdaq Stockholm. Saiba mais no site da Essity.

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FONTE TENA

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