Rede de pizzarias carioca aposta em menu regional e projeta dobrar faturamento para alcançar R$ 120 milhões em 2026
AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO Conteúdo de responsabilidade da empresa 31 de julho de 2026
Com mais de 40 unidades, a Di Blasi Pizzas abre mão do purismo e adapta cardápio com coração de galinha e carne de sol para conquistar consumidores e franqueados regionalmente
A Di Blasi Pizzas, rede de pizzarias referência no mercado de delivery, que estabeleceu sua marca no Rio de Janeiro como a queridinha dos famosos, prepara uma ofensiva nacional com uma estratégia de ‘estômago local’. Para isso, a rede, que conta com cerca de 50 unidades em todo o país, aposta na regionalização do cardápio para ganhar terreno fora do eixo Rio-São Paulo e, assim, dobrar o faturamento da marca até o fim de 2026, com a previsão de ter 100 unidades em operação.
A trajetória do carioca Arnaldo Di Blasi mostra como transformar um pequeno buffet em um império que projeta faturar R$ 120 milhões esse ano, adaptando o sabor ao gosto de cada região. Fundada em 2012 e no franchising desde 2021, a marca faturou R$ 60 milhões e, em 2025, para chegar à meta estabelecida para o fim do ano vigente e se diferenciar em um mercado tão competitivo, a Di Blasi Pizzas adotou um modelo ‘camaleão’, com a adaptação dos sabores de acordo com a localidade (os principais gostos ou até costumes locais): no Sul, o carro-chefe das unidades é a pizza de coração de galinha; no Nordeste, a aposta é a Sertaneja (carne seca e coalho); e em Manaus, a carne de sol domina os pedidos. Para viabilizar esse tipo de produto, a rede trabalha com um modelo de negócio que foca em operações enxutas de delivery e ruas, o que gera um faturamento médio mensal de R$ 190 mil por loja.
O movimento ocorre em um setor em plena maturidade: o Brasil encerrou 2025 com 40.332 pizzarias em operação, um crescimento de 10,29% em relação ao ano anterior, segundo o estudo mais recente da Associação Pizzarias Unidas do Brasil ( Apubra ). O levantamento mostra que o mercado demonstra uma resiliência inédita, registrando o menor número de encerramentos da última década, com queda de 43,8% nos fechamentos. Ainda segundo o levantamento, o Sudeste concentra 50% das unidades do país; o Norte e o Nordeste lideram o crescimento percentual, com altas expressivas em Roraima (31,08%), Alagoas (17,24%) e Ceará (15,51%).
Com previsão de retorno do investimento em até 24 meses, a rede foca na capilaridade para consolidar sua presença nacional. “Nosso desafio foi adaptar a essência carioca da massa ultrafina à pluralidade cultural do Brasil. Unir eficiência operacional com o respeito ao gosto local é o que nos permite fincar bandeira de Curitiba a Manaus”, finaliza Arnaldo Di
Blasi, CEO da rede.