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Flexibilidade e suporte atraem novos investidores para  microfranquias  de turismo
Por Marco Lisboa, CEO da 3, 2, 1 GO! (ao meio) com grupo de franqueados em Orlando/ Foto arquivo pessoal

Flexibilidade e suporte atraem novos investidores para microfranquias de turismo

AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO Conteúdo de responsabilidade da empresa 31 de julho de 2026

Recuperação do turismo internacional impulsiona o interesse por microfranquias que oferecem flexibilidade e baixo investimento

O avanço do turismo internacional no Brasil tem ampliado as oportunidades para quem deseja empreender no setor. De janeiro a maio deste ano, os turistas estrangeiros movimentaram US$4,8 bilhões na economia brasileira, um crescimento de 11,6% sobre o mesmo período de 2025. Além disso, o país recebeu 4,82 milhões de visitantes internacionais, com alta de 14,9% nas chegadas por via aérea segundo a Embratur, reforçando um ambiente favorável para a expansão de microfranquias de turismo.

Esse cenário tem incentivado novos investimentos, especialmente em modelos de negócios mais acessíveis. As microfranquias de turismo, caracterizadas pelo baixo investimento inicial, flexibilidade operacional e possibilidade de trabalho em home office, vêm conquistando espaço entre profissionais que desejam empreender sem abrir mão da segurança oferecida por uma marca consolidada.

Segundo Marco Lisboa, CEO e fundador da 3 ,2,1 GO!, rede de franquias especializada em oferecer experiências completas para destinos nacionais e internacionais, o perfil do empreendedor também mudou nos últimos anos.

“Hoje vemos muitas pessoas buscando uma segunda fonte de renda ou uma transição de carreira. Elas querem empreender, mas sem assumir os riscos de começar um negócio do zero. A microfranquia oferece justamente esse equilíbrio, combinando baixo investimento, operação simplificada e o respaldo de uma rede estruturada e validada”, afirma.

Para o executivo, um dos principais diferenciais está no suporte contínuo oferecido ao franqueado, fator que reduz as barreiras de entrada mesmo para quem nunca atuou no segmento de turismo.

“Boa parte dos nossos franqueados não tinha experiência anterior no setor. Por isso, investimos em treinamento, capacitação comercial, ferramentas tecnológicas, marketing e acompanhamento constante. O empreendedor consegue focar na construção da carteira de clientes sabendo que existe uma estrutura preparada para apoiá-lo em todas as etapas da operação”, explica.

Outro fator que fortalece o modelo é a flexibilidade. Como grande parte da gestão pode ser realizada de forma digital, o negócio permite conciliar a franquia com outras atividades profissionais, característica que amplia o público interessado.

“O turismo deixou de ser um mercado restrito às agências tradicionais. Hoje é possível atender clientes de qualquer lugar do país e do mundo através do home office, utilizando plataformas digitais e atendimento personalizado. Isso aumenta a produtividade, reduz custos operacionais e torna o negócio muito mais escalável”, destaca Lisboa.

Com a demanda por viagens em trajetória de crescimento e consumidores cada vez mais interessados em experiências personalizadas, a expectativa do setor é de continuidade da expansão nos próximos anos. Nesse cenário, modelos enxutos e com forte suporte operacional tendem a ganhar protagonismo entre os novos investidores, especialmente aqueles que buscam ingressar em um mercado aquecido com menor exposição aos riscos típicos do empreendedorismo independente.

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