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A nova geração do campo: Wander Aguilera Almeida examina como o setor se tornou protagonista da transformação digital no Brasil
Por SAFTEC DIGITAL

A nova geração do campo: Wander Aguilera Almeida examina como o setor se tornou protagonista da transformação digital no Brasil

AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO Conteúdo de responsabilidade da empresa 23 de junho de 2026

Empresário do agronegócio explica como inovação, conectividade e novos modelos de negócio estão redesenhando o agronegócio brasileiro de dentro para fora.

O agronegócio brasileiro vive uma das transformações mais profundas de sua história. Não se trata apenas de máquinas mais modernas ou sementes mais produtivas. A mudança é estrutural: dados, conectividade e inteligência artificial estão sendo incorporados à rotina do campo em um ritmo que surpreende até quem acompanha o setor de perto. Wander Aguilera Almeida, empresário do agronegócio e facilitador de negócios no setor agrícola, observa essa virada com a perspectiva de quem atua diretamente na cadeia produtiva e entende o que ela significa para produtores, intermediadores e compradores.

O agronegócio como laboratório de inovação

Poucos setores da economia brasileira adotaram tecnologia com a velocidade que o agronegócio demonstrou na última década. Drones para monitoramento de lavouras, sensores de solo conectados à internet, plataformas de precificação em tempo real e sistemas de rastreamento de cargas já fazem parte da rotina de produtores de diferentes portes e regiões. Esse movimento colocou o campo brasileiro na vanguarda da transformação digital, numa posição que muitas indústrias urbanas ainda não alcançaram.

Wander Aguilera Almeida contextualiza que essa adoção acelerada não foi por acaso. O agronegócio opera com margens que exigem eficiência em cada etapa da cadeia, do plantio à comercialização. Nesse ambiente, qualquer ferramenta que reduza perdas, antecipe problemas ou melhore a tomada de decisão encontra receptividade imediata. A pressão por resultado foi, paradoxalmente, o principal motor da inovação no campo brasileiro.

Conectividade e o novo produtor rural

A expansão da internet em zonas rurais abriu uma fronteira que, há dez anos, parecia distante. Produtores que antes dependiam de informações obtidas em reuniões presenciais ou por telefone passaram a ter acesso a cotações internacionais, previsões climáticas detalhadas e canais diretos de comunicação com compradores de todo o país. Essa conectividade mudou não apenas os processos, mas o perfil do produtor rural brasileiro.

A geração que hoje assume as propriedades da família chegou ao campo com familiaridade digital que as gerações anteriores não tinham. Essa transição geracional acelerou a adoção de novas ferramentas e criou uma demanda por parceiros comerciais que também operam no ambiente digital, como destaca Wander Aguilera Almeida. A Agroforte acompanha esse movimento e adapta sua forma de atuação para atender um produtor cada vez mais conectado e informado.

Novos modelos de negócio no agro digital

A transformação digital do agronegócio não apenas modernizou processos existentes. Ela criou novos modelos de negócio que não existiam antes. Plataformas de comercialização direta entre produtor e comprador, marketplaces de insumos, fintechs voltadas ao crédito rural e startups de monitoramento climático são exemplos de como o ecossistema do agro digital se expandiu nos últimos anos.

Nesse cenário, o papel do intermediador também evoluiu. Quem antes operava apenas com relacionamento e conhecimento de mercado precisou incorporar competências digitais para continuar relevante. Por outro lado, a tecnologia criou novas formas de agregar valor que antes não existiam, como o acesso a análises de mercado mais sofisticadas e a capacidade de atender produtores em regiões geograficamente distantes, como ressalta Wander Aguilera Almeida.

O que vem pela frente no agronegócio brasileiro

A inteligência artificial começa a dar seus primeiros passos no campo brasileiro, com aplicações que vão desde a previsão de produtividade por talhão até a precificação dinâmica de grãos com base em múltiplas variáveis simultâneas. Esse avanço promete aprofundar ainda mais a transformação que o setor já vive, com impactos diretos sobre como as negociações acontecem e quem tem vantagem competitiva nelas.

Wander Aguilera Almeida enfatiza que o agronegócio brasileiro está apenas no início de uma transformação que ainda tem muito espaço para avançar. Os produtores que combinam conhecimento do campo com abertura para a inovação tendem a ocupar posições cada vez mais sólidas num mercado global que valoriza eficiência, rastreabilidade e sustentabilidade. O campo que se digitalizou não volta atrás, e quem compreende essa dinâmica sai na frente.

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