Lasanha na dieta? 4 mudanças que deixam a receita mais leve e ajudam no emagrecimento
AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO Conteúdo de responsabilidade da empresa 9 de junho de 2026
Nutricionista explica como adaptar o preparo sem exagerar nas calorias e sem precisar excluir o prato da rotina
Presente em almoços de família, encontros de fim de semana e refeições práticas do dia a dia, a lasanha segue entre os pratos mais populares do mundo. O interesse pela receita acompanha o avanço do mercado global de massas, que movimentou cerca de US$ 75,5 bilhões em 2025, segundo levantamento da Fortune Business Insights, impulsionado pela busca por refeições rápidas, práticas e cada vez mais ligadas ao conforto e à praticidade. Apesar de querida por muitos brasileiros, e celebrada mundialmente em 29 de julho, no Dia Mundial da Lasanha, a preparação ainda costuma carregar a fama de ser uma das principais “vilãs” para quem está tentando emagrecer.
Segundo Fernanda Lopes, nutricionista da Six Clinic, iniciativa 100% online voltada ao cuidado em obesidade e sobrepeso, pessoas que estão em processo de emagrecimento não precisam necessariamente retirar esse tipo de prato da alimentação. “O resultado está muito mais relacionado à frequência de consumo, ao equilíbrio da rotina alimentar e às escolhas feitas no dia a dia do que a um alimento isoladamente. Pequenos ajustes na preparação já podem fazer diferença ao longo do processo”, explica a especialista.
A seguir, a nutricionista explica o que realmente pesa no processo de emagrecimento, confira:
Alguns dos ingredientes mais usados no preparo apresentam alta concentração de gordura, sobretudo quando entram em grande quantidade. Queijos como cheddar, gorgonzola e catupiry costumam deixar a refeição mais calórica. “Queijos mais gordurosos aumentam a densidade calórica da refeição. Ajustar a quantidade e optar por versões mais leves, como ricota, cottage, muçarela light e minas frescal, ajuda na organização alimentar sem comprometer o sabor”, orienta.
A composição utilizada no preparo também interfere na qualidade nutricional do prato. Versões prontas costumam apresentar maior concentração de sódio, conservantes, açúcar, gordura e aditivos químicos, o que pode aumentar o valor calórico da refeição. “Preparações caseiras ajudam no controle dos ingredientes e permitem escolhas mais equilibradas. Uma boa opção é usar tomate natural, alho, cebola e temperos frescos no preparo”, explica a profissional.
A versão tradicional costuma ser preparada com farinha refinada, ingrediente com baixa quantidade de fibras e que pode gerar menos saciedade ao longo do dia. “Substituições simples ajudam a diminuir o valor calórico do prato e aumentam o aporte de fibras na alimentação. Legumes como berinjela e abobrinha podem entrar no lugar de parte das camadas tradicionais sem alterar o sabor e ainda contribuem para maior saciedade”, afirma a nutricionista.
Segundo Fernanda, um alimento isolado dificilmente define sozinho os resultados do processo de emagrecimento. O mais importante costuma estar na constância dos hábitos alimentares ao longo do tempo. “A perda de peso acontece de forma gradual e está muito mais ligada ao equilíbrio da rotina do que a uma refeição específica. Por isso, contar com acompanhamento médico e nutricional ao longo do processo faz diferença, inclusive com a praticidade da telemedicina e das consultas online, que ajudam muitas pessoas a manterem regularidade no cuidado com a saúde”, conclui.
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