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Hotfloor e Smartly expandem para o Nordeste e consolidam tecnologia como resposta à saúde dentro de casa
Por Antônio More

Hotfloor e Smartly expandem para o Nordeste e consolidam tecnologia como resposta à saúde dentro de casa

AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO Conteúdo de responsabilidade da empresa 2 de junho de 2026

De Curitiba a Recife, as empresas avançam com soluções de conforto térmico e automação pensadas para os desafios climáticos de um Brasil inteiro

Nos cinco primeiros meses de 2026, a Hotfloor já havia igualado o volume total de vendas registrado em 2025, resultado que sustenta a projeção de crescimento superior a 40% até o fim do ano. O número não foi comemorado apenas como resultado comercial, foi lido internamente como um sinal de que algo mais amplo está em curso: a forma como os brasileiros pensam a própria casa está mudando.

Com presença consolidada no Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, São Paulo e em Miami, a Hotfloor e sua parceira de automação residencial, a Smartly, chegam agora a Recife. É o primeiro passo da expansão para as regiões Norte e Nordeste do Brasil e ele não é apenas geográfico. É conceitual.

Por anos, o aquecimento de piso foi posicionado como solução para o inverno do Sul. Uma tecnologia de conforto térmico associada ao frio, ao mármore gelado da manhã, ao chão que paralisa antes do café. Esse recorte sempre foi verdadeiro. Mas incompleto.

Existe um problema que une o inverno úmido de Curitiba ao verão carregado de Recife, o outono de São Paulo ao calor constante de Manaus: a umidade excessiva dentro de casa. Ela se instala silenciosamente em armários, rodapés, colchões e paredes. Alimenta fungos, prolifera ácaros e, segundo a Associação Brasileira de Alergia e Imunologia, contribui para um cenário no qual cerca de 30% dos brasileiros convivem com rinite, asma ou as duas condições simultaneamente, um dos índices mais altos do mundo.

É nesse contexto que a Hotfloor reforça a atuação do HotCloset, sistema de controle preventivo de umidade desenvolvido para closets, armários e ambientes fechados. Cabos calefatores aquecem suavemente as superfícies internas, interrompendo as condições para a formação de mofo sem ressecar o ambiente, sem danificar tecidos e sem exigir manutenção constante. Uma solução que age antes do problema aparecer.

“O mercado entendeu que conforto não é apenas uma questão estética, mas de saúde e qualidade de vida. Hoje entregamos soluções que atuam diretamente no bem-estar físico e emocional das pessoas”, afirma Scheyla Ciruelos, head da Hotfloor e Smartly.

A Smartly, braço de automação das empresas, completa esse ecossistema ao transformar o ambiente em um sistema que responde à presença humana, regulando iluminação, climatização, persianas e consumo energético de forma autônoma. Estudos sobre automação residencial apontam que sistemas com sensores de presença, controle inteligente de temperatura e gestão automatizada de equipamentos podem reduzir o consumo energético de uma residência em até 30%, com payback médio inferior a três anos em projetos de médio e alto padrão.

Para Euclides Ciruelos, engenheiro civil e diretor da Hotfloor, a automação deixou de ser diferencial para se tornar infraestrutura. “Estamos falando de tecnologia invisível, mas profundamente perceptível no cotidiano. Um sistema inteligente entende a casa, previne excessos, protege a saúde e ainda reduz custos. É uma nova relação entre as pessoas e seus espaços”, diz.

Em Recife, essa nova relação ganha contornos específicos. Numa cidade com umidade relativa do ar frequentemente acima de 80%, a demanda por ambientes internos controlados não é aspiracional, é urgente. A Smartly chega com proposta de automação climática adaptada ao clima tropical, e o HotCloset com foco no problema que os moradores da cidade conhecem de cor: o mofo que retorna toda estação chuvosa, os tecidos que se deterioram antes do esperado, o cheiro persistente que nenhum produto de limpeza resolve de vez.

O mercado de automação residencial no Brasil cresce a uma taxa de 30% ao ano, segundo dados da IDC Brasil, mais que o dobro da média global. A chegada ao Nordeste posiciona a Hotfloor e a Smartly nesse movimento antes que ele amadureça, e não depois.

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