Como a alimentação certa (e na hora certa) melhora a saúde emocional do seu pet
AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO Conteúdo de responsabilidade da empresa 1 de junho de 2026
Ter horários definidos para as refeições e oferecer alimentos de alta qualidade são atitudes que vão muito além da nutrição física, ajudando a controlar o estresse e promovendo o bem-estar mental de cães e gatos.
Quando pensamos na alimentação dos nossos pets, é natural focar apenas nos benefícios físicos como controle de peso, pelos brilhantes e energia. No entanto, a forma, o horário e a qualidade do que é servido no comedouro têm um impacto direto no comportamento e na saúde mental de cães e gatos. Pets são criaturas de hábitos e a previsibilidade é um dos maiores pilares para uma vida livre de estresse.
Ricardo Menezes, médico-veterinário e Gerente de Treinamento e Desenvolvimento da PremieRpet, explica que a escolha do alimento e a forma como a rotina é estruturada em casa afetam diretamente o humor do animal.
“Uma dieta de alta qualidade não nutre apenas o corpo, ela interfere diretamente no comportamento. Quando oferecemos um alimento com os nutrientes corretos, com proteínas de excelência e fibras adequadas, garantimos uma digestão saudável e um período de saciedade muito maior. Isso evita os picos de fome, que muitas vezes deixam o animal irritado, inquieto ou ansioso. Um pet bem nutrido e satisfeito é, naturalmente, um pet mais calmo e relaxado em casa“, detalha o especialista.
O perigo da “comida à vontade” e a importância da previsibilidade
Muitos responsáveis ainda mantêm o hábito de deixar o pote cheio de ração disponível 24 horas por dia. Embora pareça um gesto de carinho, a ausência de uma rotina clara pode desregular o relógio biológico do cão ou gato e gerar compulsão.
Dados globais de saúde veterinária apontam que 6 0% dos cães e gatos domésticos apresentam sobrepeso ou obesidade, e a falta de manejo alimentar a principal causa.
“Quando o animal tem comida o tempo todo à disposição, a refeição perde o seu valor de enriquecimento ambiental e ele passa a comer por tédio ou ansiedade. Quando a refeição é ofertada em diferentes horários e pet não sabe quando será alimentado novamente, ocorre um pico na liberação de cortisol, o hormônio do estresse. Uma rotina de horários bem definida traz segurança emocional. O animal relaxa porque confia que sua necessidade básica será suprida naquele momento do dia“, alerta Ricardo.
Guia prático: Como usar a alimentação a favor da saúde emocional
Para ajudar os responsáveis a transformarem a hora da refeição em um momento de saúde e tranquilidade, o especialista da PremieRpet lista quatro passos simples para implementar em casa:
• Estabeleça horários fixos: Divida a porção diária recomendada na embalagem em duas a três refeições ao longo do dia para cães. Para gatos, se possível, fracione o alimento em pequenas e frequentes porções. Tente servir sempre nos mesmos horários.
• A regra dos 15 minutos: Ofereceu a refeição e o cão não comeu? Retire o pote após 15 a 20 minutos e só ofereça novamente no próximo horário estipulado. Isso ensina o cão a respeitar a rotina e evita que a ração perca a crocância, o frescor e atraia insetos.
• Invista em comedouros lentos ou brinquedos recheáveis: Fazer o animal “caçar” ou “trabalhar” pela comida gasta energia mental, reduz o tédio e libera endorfinas. Você pode colocar a ração seca ou úmida dentro de brinquedos interativos.
• Garanta a saciedade com alta qualidade: Alimentos completos e balanceados, como rações super premium, evitam picos de glicemia e garantem que o pet se sinta satisfeito até a próxima refeição, diminuindo aquele comportamento de ficar “pedindo” comida na mesa, que gera frustração tanto para o animal quanto para o tutor.
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