Relatório da HCLTech alerta que 43% das iniciativas de IA em empresas podem fracassar diante da pressão por resultados mais rápidos
AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO Conteúdo de responsabilidade da empresa 21 de maio de 2026

A pesquisa, baseada em uma sondagem global com 467 altos executivos responsáveis por investimentos em IA em empresas com receita anual superior a US$ 1 bilhão, mostra que a adoção da tecnologia já é ampla em operações de TI, engenharia de software e áreas de negócio. Ainda assim, quase 43% das grandes iniciativas de IA devem fracassar. O risco não decorre da falta de experimentação nem do acesso limitado a ferramentas, mas da dificuldade de transformar ambição em resultados consistentes em toda a organização.
Ao mesmo tempo, aumentam as exigências em torno do retorno esperado. Quase metade dos líderes empresariais espera obter valor mensurável dos investimentos em IA em até 18 meses, o que reduz a margem para erro enquanto as organizações tentam equilibrar a rápida implementação da tecnologia com as mudanças estruturais exigidas por ela. O relatório indica que o choque entre a velocidade exigida e o nível de preparo das empresas se tornou um dos principais desafios enfrentados hoje pelas lideranças corporativas.
Para CIOs e líderes de tecnologia, os resultados mostram que a expansão da IA está expondo limitações pouco visíveis em portfólios de aplicações, ambientes de dados e modelos operacionais que não foram concebidos para sistemas autônomos e de aprendizado contínuo. Para empresários e altos executivos, os dados apontam uma preocupação diferente, mas relacionada: o risco estratégico de investir de forma agressiva em IA sem o alinhamento organizacional necessário para sustentar essa transformação. À medida que as iniciativas de IA se aproximam do centro das operações empresariais, eventuais fracassos se tornam mais visíveis e têm consequências maiores.
O estudo também aponta uma mudança na forma como as empresas aplicam IA, com interesse crescente por casos de uso de IA agentiva e IA física, que vão além dos fluxos digitais e chegam a ambientes reais, como manufatura, engenharia e operações. Embora a adoção ainda esteja em estágio inicial, esses modelos levantam novas questões sobre responsabilidade, confiabilidade e supervisão, ampliando a pressão sobre as lideranças para escalar a IA de forma responsável.
O relatório sugere que muitas organizações subestimam o nível de coordenação entre áreas e de clareza na tomada de decisões necessário para ter sucesso. Programas de IA que avançam sem alinhamento entre equipes de tecnologia e lideranças de negócio têm maior probabilidade de perder tração, mesmo com o aumento contínuo dos investimentos.
Entre os principais achados do relatório está o peso crescente da gestão da mudança como fator decisivo para o sucesso da IA. Ainda assim, essa segue sendo uma das áreas que menos recebem investimentos nos programas corporativos de inteligência artificial. Os dados mostram que a maioria das organizações está incorporando IA aos fluxos de trabalho sem preparar adequadamente as pessoas que deverão atuar ao lado da tecnologia. Esse fator é citado como um dos principais riscos de execução.
“A IA deixou de ser uma iniciativa tecnológica e passou a fazer parte da realidade operacional das empresas”, disse Vijay Guntur, diretor de tecnologia e chefe de ecossistemas da HCLTech. “O desafio para as lideranças agora não é saber se a IA pode gerar valor, mas como as organizações adaptam suas estruturas, seus processos de decisão e sua tolerância a riscos para acompanhar esse avanço. A pressão para avançar rapidamente é real, mas, sem o investimento adequado nas pessoas, ajudando-as a compreender, confiar e trabalhar de forma eficaz com a IA, a velocidade pode ampliar tanto o fracasso quanto o sucesso.”
O relatório Os Imperativos do Impacto da IA, 2026 conclui que, à medida que a IA passa a ser incorporada a funções críticas das empresas, o sucesso dependerá menos dos índices de adoção e mais da capacidade das organizações de alinhar ambição, execução e responsabilização em prazos apertados. Para as empresas que atravessam essa transição, a próxima fase da IA testará não apenas a maturidade tecnológica, mas também a capacidade de liderança e de preparação das equipes em escala.
Para acessar o relatório completo, visite https://www.hcltech.com/ai-impact-imperatives
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FONTE HCLTech

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