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Depilação íntima feminina dói? Entenda como funciona o procedimento a laser
Por Divulgação

Depilação íntima feminina dói? Entenda como funciona o procedimento a laser

AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO Conteúdo de responsabilidade da empresa 7 de maio de 2026

Especialista explica por que a região é mais sensível, como a tecnologia atua e o que esperar ao longo do tratamento

Métodos como lâmina e cera ainda fazem parte da rotina de muitas mulheres, mas nem sempre são a melhor experiência, já que o resultado pode vir acompanhado de irritação, pelos encravados e sensibilidade na região íntima. Diante disso, a busca por alternativas mais duradouras, como a depilação a laser, cresce, junto às buscas online. É o que mostram dados do Google Trends, entre abril de 2025 e abril de 2026 no Brasil, o aumento foi de 60% em termos como “quanto custa depilação a laser”, além da alta recorrência de pesquisas como “depilação a laser na virilha”, sinal de que o tema segue em evidência e ainda levanta questionamentos sobre o procedimento em relação ao desconforto.

Segundo a coordenadora responsável técnica Tálona Nayla de Marco, da LypeDepyl, rede referência em depilação a laser e pioneira na despigmentação de tatuagens e sobrancelhas, a sensação existe, mas não deve ser encarada como algo intenso ou impeditivo. “Por se tratar de uma região mais sensível, pode haver desconforto durante a aplicação, mas, de forma geral, não é considerado um procedimento doloroso quando realizado com a técnica e os parâmetros adequados”, explica.

Como funciona o procedimento ?

A técnica atua diretamente no folículo piloso por meio da absorção da luz pela melanina presente no fio. Essa energia é transformada em calor e enfraquece gradualmente o crescimento dos pelos, sem comprometer a pele ao redor quando realizada de forma correta. Na depilação íntima feminina, o procedimento pode abranger diferentes áreas, de acordo com a preferência de cada paciente, como virilha, grandes lábios, períneo e região interglútea. “Cada uma dessas áreas possui características específicas de sensibilidade e densidade de pelos, por isso o tratamento deve ser adaptado de forma individualizada”, explica Tálona.

Por se tratar de uma região mais delicada, o ajuste dos parâmetros é essencial para garantir segurança e conforto. “O profissional precisa adaptar a intensidade conforme o tipo de pele e a espessura do pelo, direcionando a ação ao fio sem comprometer a pele ao redor”, destaca.

Por que a região é mais sensível?

A sensibilidade está relacionada à própria anatomia local. A pele costuma ser mais fina, com maior vascularização e concentração de terminações nervosas, o que pode intensificar a percepção durante o procedimento. Além disso, fatores individuais também influenciam diretamente na experiência. “Fototipo, densidade e espessura dos fios, além de questões hormonais, são fatores que em cada mulher tem uma resposta diferente ao tratamento. Por isso, a avaliação individual é indispensável para personalizar o protocolo e evitar desconfortos desnecessários”, reforça a especialista.

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