Gargalos invisíveis na área de compras reduzem eficiência das empresas e elevam custos operacionais
AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO Conteúdo de responsabilidade da empresa 24 de abril de 2026
Falta de integração, processos manuais e baixa visibilidade estão entre os principais desafios do procurement no Brasil
A presença de gargalos operacionais na área de compras continua sendo um dos principais fatores de perda de eficiência nas empresas brasileiras.
Entre os problemas mais comuns estão atrasos em aprovações, retrabalho, falta de integração entre sistemas e baixa visibilidade dos processos.
Segundo relatório da Deloitte, empresas que não digitalizam o ciclo procure to pay enfrentam maiores custos operacionais e menor eficiência na gestão de compras.
Esses gargalos, muitas vezes invisíveis, acabam se acumulando e gerando impactos financeiros relevantes ao longo do tempo.
O ciclo de compras, conhecido como procure to pay, é especialmente sensível a falhas, já que qualquer erro pode comprometer toda a cadeia.
A gestão de fornecedores também representa um desafio significativo, principalmente quando não há processos estruturados de cadastro e acompanhamento.
A ausência de indicadores agrava ainda mais o problema, dificultando a identificação de falhas e a tomada de decisão.
“Muitas empresas convivem com gargalos sem perceber o impacto real que eles têm no resultado. O problema não é apenas o erro, mas a falta de visibilidade sobre onde ele acontece”, afirma Carolina Cabral, CEO da Nimbi.
A digitalização surge como principal solução para esses desafios, permitindo centralizar processos e automatizar fluxos.
Com mais visibilidade, as empresas conseguem identificar gargalos com rapidez e atuar de forma mais estratégica.
Além disso, o acesso a fornecedores e itens estruturados reduz o tempo de sourcing e melhora a eficiência do processo.
A eliminação desses gargalos tem impacto direto na produtividade e nos custos operacionais das empresas.
“O maior ganho da digitalização é justamente trazer clareza para o processo. Quando a empresa enxerga onde estão os problemas, ela consegue agir rápido e transformar uma área operacional em um diferencial competitivo”, afirma Carolina Cabral, CEO da Nimbi.
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