Empresas podem reduzir até 30% dos custos com compras ao digitalizar processos, aponta especialista
AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO Conteúdo de responsabilidade da empresa 22 de abril de 2026
Automação, uso de dados e acesso estruturado a fornecedores tornam o procurement um dos principais motores de eficiência em 2026
A digitalização da área de compras tem se consolidado como uma das principais alavancas de redução de custos nas empresas brasileiras. Em um cenário de pressão por eficiência e aumento da competitividade, organizações que adotam práticas avançadas de procurement conseguem reduzir significativamente despesas operacionais e melhorar sua capacidade de negociação.
Um estudo da McKinsey aponta que empresas que digitalizam o procurement podem reduzir custos operacionais em até 30%, especialmente quando combinam automação, análise de dados e gestão estruturada de fornecedores.
Historicamente, o setor de compras foi marcado por processos manuais, uso intensivo de planilhas e comunicação fragmentada. Esse modelo, além de ineficiente, abre espaço para erros, retrabalho e perdas financeiras invisíveis.
Com o avanço do procurement digital, essa realidade vem mudando. Plataformas especializadas permitem centralizar operações, automatizar fluxos e integrar fornecedores em um ambiente único, trazendo mais controle e agilidade para as empresas.
Outro ponto relevante é o impacto na gestão de gastos indiretos, conhecidos como tail spend. Segundo a consultoria The Hackett Group, esse tipo de despesa pode representar até 80% das transações de uma empresa, embora corresponda a uma fatia menor do valor total.
Ao trazer essas compras para dentro de ambientes estruturados, as organizações conseguem padronizar processos, reduzir desperdícios e aumentar o poder de negociação.
“O que vemos hoje é que grande parte das economias não vem da negociação em si, mas da forma como o processo de compras é estruturado. Quando há controle, dados e automação, o ganho financeiro acontece de forma muito mais consistente”, afirma Carolina Cabral, CEO da Nimbi.
Além da redução de custos, a digitalização traz benefícios como maior compliance, rastreabilidade e segurança nas operações, especialmente em setores com alto volume de transações.
Nesse cenário, o acesso estruturado a fornecedores e itens também passa a ser um diferencial competitivo relevante, reduzindo o tempo de compra e aumentando a eficiência.
A tendência é que, nos próximos anos, a digitalização das compras se torne um padrão de mercado, deixando de ser um diferencial competitivo para se tornar uma necessidade básica.
Empresas que anteciparem esse movimento tendem a ganhar vantagem relevante frente à concorrência.
“O procurement deixou de ser uma área operacional e passou a ter impacto direto no resultado das empresas. Quem consegue estruturar bem essa frente ganha eficiência, reduz custos e toma decisões muito mais estratégicas”, afirma Carolina Cabral, CEO da Nimbi.
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