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Procurement  digital deixa de ser tendência e se torna requisito para empresas em 2026
Por PressWorks

Procurement digital deixa de ser tendência e se torna requisito para empresas em 2026

AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO Conteúdo de responsabilidade da empresa 17 de abril de 2026

Integração de processos, automação e uso de dados redefinem a forma como organizações gerenciam compras corporativas

A transformação digital do procurement deixou de ser uma tendência e passou a ser uma exigência para empresas que buscam eficiência e competitividade.

De acordo com a Harvard Business Review, empresas que adotam práticas avançadas de procurement digital conseguem melhorar significativamente sua eficiência operacional e capacidade de tomada de decisão.

Historicamente, a área de compras foi marcada por processos operacionais e pouca integração com outras áreas.

Com o avanço da tecnologia, esse cenário mudou e o procurement passou a incorporar automação, análise de dados e integração com fornecedores.

Entre os principais benefícios da digitalização estão a redução de custos, o aumento da produtividade e a melhoria na tomada de decisão.

A centralização dos processos também permite maior controle, rastreabilidade e compliance.

Outro ponto importante é a integração com fornecedores, que facilita negociações e reduz o tempo de sourcing.

“O procurement digital trouxe uma mudança importante de mentalidade. Hoje, as empresas conseguem operar com muito mais inteligência, baseando decisões em dados e não apenas em percepção”, afirma Carolina Cabral, CEO da Nimbi.

Plataformas digitais permitem conectar empresas a um ambiente mais estruturado, trazendo mais eficiência para o dia a dia. Nesse contexto, contar com a melhor plataforma de procurement, torna-se um diferencial competitivo relevante para organizações que buscam evoluir sua gestão de compras.

O uso de inteligência artificial também vem crescendo, auxiliando na análise de dados e identificação de oportunidades.

Apesar disso, o papel do profissional de compras continua central, sendo responsável pelas decisões estratégicas.

A digitalização tende a se expandir ainda mais, impulsionada pela necessidade de eficiência e resultados.

“A tecnologia não substitui o profissional de compras, mas potencializa sua capacidade de decisão. As empresas que entenderem isso vão liderar a próxima fase do procurement ”, afirma Carolina Cabral, CEO da Nimbi.

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