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Viagem mais cara: como driblar a alta das passagens em meio aos impactos da guerra?
Por Imagem de rawpixel.com no Freepik

Viagem mais cara: como driblar a alta das passagens em meio aos impactos da guerra?

AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO Conteúdo de responsabilidade da empresa 2 de abril de 2026

Escalada da guerra pressiona combustível de aviação e encarece tarifas; especialistas apontam caminhos para economizar mesmo em cenário adverso

A escalada recente da guerra no Oriente Médio já começa a pesar diretamente no bolso dos viajantes. Com o avanço do conflito, o preço do petróleo disparou e ultrapassou a casa dos US$ 100 e como consequência, o querosene de aviação, que é responsável por cerca de 30% dos custos das companhias aéreas, sofreu forte alta, pressionando o valor das passagens em todo o mundo.

Em alguns mercados internacionais, os reajustes já estão acontecendo, enquanto no Brasil a tendência é de aumento progressivo nas tarifas, acompanhando o encarecimento do combustível e a redução da oferta de voos. Para quem estava fazendo planos para viajar em 2026, o repasse ao consumidor costuma ser rápido. Segundo Marco Lisboa, CEO e fundador da 3,2,1 GO!, uma rede de franquias especializada em oferecer experiências de viagens completas para destinos nacionais e internacionais, a melhor hora de comprar as passagens é o quanto antes:

“Em momentos de instabilidade global, o consumidor sente isso no preço das companhias aéreas, mas ainda existem formas inteligentes de economizar. Quem deixa para comprar em cima da hora tende a pagar muito mais caro”, afirma Marco.

Mesmo com o cenário desfavorável, o especialista aponta estratégias práticas para reduzir o impacto no orçamento:

  • Planejamento
  • Com a volatilidade dos custos, comprar passagens com maior antecedência ajuda a fugir dos picos de preço. Em períodos de crise, as tarifas podem variar rapidamente, por isso, logo no início do planejamento, pesquise também por benefícios no cartão de crédito ou por algum programa de pontos que esteja inscrito. Muitos oferecem gratuidade na sala vip, no seguro viagem, ou pontuação suficiente para pegar algum trecho de passagem aérea, locação de carro ou hospedagem.

  • Flexibilidade de datas e horários
  • Voos em dias menos concorridos, como terças e quartas-feiras, tendem a ser mais baratos. Horários alternativos também ajudam a reduzir custos.

    “Ser flexível hoje é uma das maiores vantagens do viajante. Pequenas mudanças na data podem gerar economias significativas”, explica Lisboa.

  • Monitoramento constante de preços
  • Ferramentas de alerta e comparação permitem identificar promoções pontuais, que ainda surgem mesmo em cenários de alta. Mas para quem não tem tempo de fazer esse monitoramento, investir em um agente de viagem pode ser a opção mais vantajosa:

    “Uma ajuda profissional vai fazer o viajante gastar menos na hora da compra das passagens e na organização da viagem como um todo. Essa pessoa fica responsável por monitorar preços de passagens de todas as companhias aéreas, valores de hospedagem, ingressos para parques e atrações turísticas, e faz toda uma curadoria que ajuda a economizar tempo e dinheiro”, explica o CEO da 3, 2, 1 GO!

  • Aeroportos alternativos
  • Avalie outras opções de aeroportos que fiquem próximos a cidade do destino final. Muitas vezes, desembarcar em um aeroporto um pouco mais distante pode compensar e reduzir o custo total da viagem.

  • Pacotes completos
  • Com a alta das passagens, fechar pacotes que incluem hospedagem, ingressos e transporte pode diluir custos e garantir mais previsibilidade no valor final. “Hoje, mais do que nunca, o viajante precisa ter um olhar como um todo e avaliar todas as possibilidades. Às vezes, um pacote fechado pode sair mais vantajoso do que comprar tudo separado”, diz Lisboa.

    A expectativa do mercado é de que a instabilidade geopolítica continue impactando o setor aéreo e o turismo nos próximos meses. Por isso, o cenário exige uma decisão mais rápida e planejamento estratégico: “quem se antecipa e busca orientação especializada consegue viajar melhor e gastar menos, mesmo em momentos de crise”, conclui o CEO de 3, 2, 1 GO!.

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